Monthly Archives: dezembro 2010

Estudo conduzido pela Universidade Pablo de Olavide na Espanha juntamente com a Associação Espanhola de Amputados e Universidade do Estado de Santa Catarina no Brasil, determinaram que a extremidade amputada que se apresenta com altas temperaturas esta associada com baixa qualidade de vida no aspecto físico e emocional dos pacientes. Além de maiores alterações posturais, perda da sensibilidade assim como sobrecarga durante a marcha.

Para chegar a estas conclusões, já foram avaliados adultos de ambos os sexos, com amputação em diferentes níveis e etiologia, que utilizaram próteses após o procedimento. As avaliações foram feitas em Valladolid ano passado e participaram pacientes de toda Espanha e também do Brasil.

Foi utilizada uma câmera infravermelha para avaliação da temperatura dos membros amputados. Associado a isto, teste de monofilamentos para testar sensibilidade, baropodometria e biofotogrametria.

Foi levantado no estudo distúrbios postural adquiridos pelo uso de próteses, como descompensações pélvicas e artrose prematura por incorreções e má alinhamento das próteses e seus componentes.

O objetivo do estudo foi conhecer a relação do uso da prótese pós-amputação na qualidade de vida física e emocional destes pacientes além de abrir novas frentes de investigação e terapias personalizadas segundo a lesão produzida pelo uso da prótese.

A imagem por termografia permite avaliar a área de contato da prótese com o membro amputado e fornecer informações mais objetivas ao médico das regiões anormais de sobrecarga, bem como, o efeito mecânico postural nas articulações acima do nível de amputação, como joelhos, quadril e coluna. Permitindo de forma mais objetiva guiar um tratamento personalizado ao paciente, com as vantagens de ser um exame totalmente seguro, sem contato, sem radiação e sem contraste.

Espera-se que o indivíduo com amputação de extremidade deva ser capaz de utilizar a prótese nas atividades diárias; no entanto, uma inadequada reabilitação pode estabelecer isquemias por compressão no local de sustentação da prótese, processos inflamatórios e/ou desgastes nas articulações do membro não-amputado pelo uso excessivo, ou mesmo na articulação íntegra acima do nível de amputação.

A termografia possibilita analisar as regiões de atrito, auxiliando diretamente no diagnóstico de sobrecargas articulares, inflamação e isquemias – o que pode caracterizar ou não uma boa adaptação à prótese.

Temperatura mais elevadas geralmente coincidem com a queixa de desconforto do paciente, indicando atrito; sobrecarga. A baixa temperatura no segmento residual à amputação pode indicar pouca circulação, assinalando dificuldade de adaptação. A avaliação termográfica pode contribuir para identificar desconforto de amputados com prótese de membros superior e inferior e ser utilizada no acompanhamento de sua reabilitação. Ela pode auxiliar no desenvolvimento de materiais personalizados de modo a aumentar o conforto na fixação das próteses destes pacientes.

É fundamental que o indivíduo receba atendimento específico desde o pós-operatório imediato até sua completa reabilitação, pois qualquer falha nesse processo poderá dificultar sua recuperação funcional.

Fonte

AVISO IMPORTANTE:
O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
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A necessidade da realização da mamografia anual de rotina para detecção de câncer é um procedimento preocupante para a maioria das mulheres a partir dos 50 anos de idade.

Segundo estudo conduzido pela Duke University Medical Center, 93% das mulheres acima de 50 anos relatam dor durante o exame de mamografia devido à compressão necessária das mamas. A dor é um fator determinante se a mulher continuará a participar ou não dos futuros programas de rastreamento.

Além do desconforto relacionado à dor cerca de 80% das mulheres nessa idade relutam quanto à realização do exame por terem dúvida quanto à importância deste rastreamento. Contudo isto, pode retardar o diagnóstico precoce de câncer e piorar o prognóstico para muitas mulheres. Quanto mais cedo o câncer é detectado, melhores são as chances para tratamentos menos agressivos e a sobrevida.

Recentemente a maioria das clínicas de imagem aderiu à nova tecnologia da mamografia digital, mas embora a imagem seja mais sensível para diagnóstico, o procedimento utiliza raios X nas mamas para detectar e avaliar mudanças que podem estar relacionadas ao câncer, porém ainda é um método incômodo.

Como medida de incentivar estas mulheres a procurar cuidado adequado da saúde das mamas outra nova tecnologia tem tomado corpo nos EUA, é “a imagem por termografia infravermelha de alta resolução” ou termomamografia digital que oferece uma opção não-invasiva de screening de risco de câncer sem dor e sem radiação ionizante, isto é, totalmente segura.

A Dra. Nicole Shertell, que realiza termografia digital na Whole Life Health Care em Newington (New Hampshire, EUA), conta que enquanto a mamografia avalia a densidade, a termografia analisa o aumento de novos vasos sanguíneos no tecido mamário.

“As células cancerosas criam uma situação em que há um aumento do crescimento de vasos sanguíneos, conhecido como neoangiogênese“, complementa a médica.

Ao contrário da mamografia tradicional, um procedimento de 20 minutos em que a mama é comprimida entre duas placas do equipamento de raio-X, o procedimento de termografia digital é realizado sem nenhum contato.

Shertell descreve que o procedimento é realizado em uma sala climatizada e com luz controlada onde são tomadas diferentes imagens das mamas por uma câmera térmica infravermelha ultra-sensível. As imagens são analisadas por um médico especialista em imagens térmicas infravermelhas e Termologia Clínica que lê os resultados.

“O retorno é bom. As mulheres gostam da idéia de fazerem o screening sem a compressão e radiação das mamas”, diz Shertell.

Com a discussão emergente se mulheres entre 40 e 49 anos deveria realmente fazer mamografia, a termografia segundo Shertell oferece uma segunda opção viável.

O auto-exame da mama é muito pouco eficaz para detectar o câncer e as mamografias de rotina só devem ser feitas pelas mulheres a partir dos 50 anos a cada dois anos até que completem 75.

“Eu realmente sinto que esta é a solução que vem no momento certo para este debate agora“ comenta Shertell.

Segundo U.S. Preventative Services Task Force as mulheres não precisam realizar mamografias até atingir os 50 anos de idade, embora muitos pacientes, doutores e organizações da saúde têm dito que vão manter as velhas diretrizes. Os planos de saúde também estarão cobrindo as mamografias para mulheres abaixo dos 50 anos.

Este grupo americano defende que estes exames precoces levam muitas vezes a falsos alarmes e a biópsias desnecessárias, que pouco ou nada contribuem para aumentar a sobrevivência das mulheres. “Os benefícios são pequenos e os danos maiores quando os testes são feitos a partir dos 40 anos”, defende Diana Petitti, vice-presidente do painel de peritos. Já o auto-exame da mama, feito pelas mulheres mensalmente para detectar alterações suspeitas da mama, não tem qualquer valor, defende.

As orientações são para a população em geral. Não vale para as mulheres com alto risco de câncer de mama devido ao histórico familiar ou mutações genéticas (BRCA-1 e BRCA-2 positivo, p.ex.) que justifiquem ter mamografias mais cedo ou mais vezes.

Além do procedimento de imagem térmica ser indolor, Shertell diz que também pode ser mais preciso em mulheres no grupo de idade mais novo, que têm o tecido mamário mais denso e conseqüentemente mais difícil de ser analisado pela mamografia.

Há mais de 30 anos que vem se estudando esta tecnologia. A termografia sempre foi subestimada com o avanço dos estudos de mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética, mas hoje tem seu espaço por se tratar do único exame funcional da mama. Isto é, enquanto os outros analisam alterações anatômicas já estabelecidas a termografia infravermelha ultra-sensível estuda as alterações metabólicas e vasculares que surgem muito antes do tumor se instalar. Estudos tem se concentrado na angiogênese e no comportamento metabólico destes tumores e a termografia é o meio bastante utilizado na investigação de novas drogas antineoplásicas e quimiopreventivas.

Segudo Dr Marcos Brioschi, a tecnologia já é disponível em diversas capitais do Brasil, e realizada por médicos em São Paulo, Curitiba, Campinas, Belém, Goiânia, Cuiabá, Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Fortaleza, Natal, Anápolis e Camaquã.

Entretanto, segundo Janice Anderson, proprietária da Massachusetts-based InsideOut Wholistic Wellness and Thermography “Não confunda maçãs com laranjas, nenhum é mutuamente exclusivo”.

A Dra. Shertell conta que quando a termografia determina quem tem médio ou alto risco de câncer de mama, ela sempre refere estes seus pacientes para realizarem mamografia. Isto é, a investigação deve ser continuada nos casos suspeitos. Pois, somente com a informação do exame anatômico é possível realizar biópsia e realmente confirmar a presença de câncer quando for o caso.

Logicamente a termografia, como a mamografia, é mais freqüentemente utilizada em pacientes que não estão apresentando nenhum sintoma de câncer de mama, isto é, assintomáticos.

Beth Beaudin, gerente de operações da Women’s Life Imaging em Somersworth, diz que sua clínica utiliza também a tecnologia do ultrasom conjuntamente com a mamografia nos casos onde os sintomas, tais como nódulos mamários, são encontrados.

Nesse caso, a ultrassonografia, que usa ondas de som para construir imagens, faz parte de uma avaliação completa que pode incluir a biópsia para determinar se o nódulo é canceroso ou não.

Algumas clínicas utilizam também imagem por ressonância magnética como método diagnóstico, embora estudos têm mostrado pouco valor quando precede de uma termografia negativa. Devido sua alta resolução anatômica de imagem, apresenta alterações que muitas vezes não são patológicas, mas que quando associadas com alterações termográficas metabólicas correspondentes obtém maior valor diagnóstico.

A termografia infravermelha é uma opção muito interessante para serem recomendadas pelos médicos a mulheres de todas as idades e estimular a se tornem mais precavidas e pró-ativas quanto à saúde de suas mamas, especialmente as que têm medo de realizar mamografias.

Mesmo com a tecnologia emergente do infravermelho, a mamografia segundo Beaudin é ainda “o padrão ouro” para o rastreamento precoce do câncer de mama, portanto necessária indicação nos casos de termografia de médio e alto risco.

Ela alertou também que cada mulher tem sua própria conjuntura clínica, e que deve consultar seu médico para encontrar qual das opções diagnósticas é a melhor para seguir no seu caso.

Termografia infravermelha grau TH-4 em mama direita, isto é alto risco de câncer de mama (imagem de fusão visual e térmica).

Referência: Citizen.com

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Com a proximidade das festas de fim de ano, um grupo de investigadores da Universidade de Reims na França, procurou analisar qual é a melhor maneira de servir uma champagne: com ou sem a taça inclinada? Para isto, utilizaram uma câmera infravermelha que além de demonstrar a temperatura da bebida permitiu visualizar a movimentação das bolhas (efervescência) durante o processo de servir.

Servir com o copo inclinado, isto é, da mesma forma que a cerveja, conserva o dobro de bolhas de gás carbônico e melhora o sabor da bebida do que quando servido verticalmente. Além disso, quanto mais frio servir melhor o seu gosto.

O artigo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry por Liger-Belair e colaboradores demonstrou que ao inclinar o copo o líquido escorre pela parede da taça gerando menor turbulência do que servir verticalmente evitando-se assim a perda de moléculas de CO2.

Se for testar em casa, os autores recomendam que você utilize uma taça tipo flauta e uma champagne Chardonay.

Boas festas e feliz 2011!!!

Teste do copo inclinado (termografia)

Teste do copo inclinado (fotos)

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Um vídeoclip realmente cool!!
Ou melhor, hot!!

Além de curtir o som, esta é uma ótima oportunidade de conhecer melhor os  efeitos incríveis da termografia humana de alta resolução.

Emily Haines & The Soft Skeleton estreia seu novo vídeoclip – ou melhor, termoclip – com a música Our Hell, dirigido por Jaron Albertin e totalmente no infravermelho.

Lançamento do álbum Knives Don’t Your Back.

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Depois de permitir que os internautas ficassem ligados no que rola no planeta, em suas ruas e nas principais tendências de buscas, até onde será que o Google vai?

Bom, com o Google Body Browser ele resolveu ir até o seu corpo.

Isso mesmo, o serviço deve desbancar aquela sua professora de Ciências e sua tradicional aula sobre o corpo humano.

A proposta é navegar pelo corpo humano e conhecer cada camada com seus órgãos, músculos, ossos e tudo mais do que somos feitos. O navegador utiliza do padrão WebGL para os gráficos em 3D, presente em navegadores.

É possível dar zoom e aplicar etiquetas para cada parte do corpo.

Para não fugir da tradição, também é possível buscar uma parte do corpo e ser levada direto para ela. Depois você pode copiar o endereço da página e passar direto para seus amigos e amigas.

O serviço ainda está em fase de testes, por isso não se aborreça!

Além disso o Google Body Browser ainda está em inglês o que pode dificultar suas buscas. Mas, isto não é nada que o Google Translate não possa fazer.

Agora você poderá realmente brincar de médico, sem segundas extensões!

Para acessar você precisará de uma versão do Chrome com WebGL, como o Google Chrome Canary.

Fonte: Superdownloads

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A termografia permite diagnósticos pré-sintomáticos, isto é, apontar áreas no organismo que estão sofrendo alguma alteração bioquímica vasomotora porém sem repercussão ainda funcional sintomática ou lesão propriamente dita, como tendinites ou câncer.

No caso do câncer de mama, artigos científicos já publicaram que alterações podem aparecer até 10 anos antes da mamografia. Mas como isto é possível?

As doenças aparecem primeiramente por alterações moleculares, depois funcionais e finalmente como distúrbio anatômico. Este processo pode evoluir semanas ou anos. Geralmente resultado do estresse sobre a estrutura acometida (sobrecarga, postura), influências do meio externo (radiação, intoxicação) e descuidos da saúde, como má alimentação e pouca atividade física. Silenciosamente ela se instala.
Em outras palavras, a maioria das doenças são preveníveis.

A termografia permite predizer quanto à possibilidade de que o paciente venha a desenvolver alguma doença (nível fenotípico). Uma probabilidade e não uma certeza, pois se você souber qual estrutura está acometida, há possibilidade de reverter isto com medidas simples, porém pró-ativas!

O diagnóstico pré-sintomático antecipa a passagem do indivíduo do estado de sadio para o de doença. O diagnóstico pré-sintomático de doenças pela termografia permite uma situação em que há grande previsibilidade e alta possibilidade de modificação do risco de desenvolvimento da doença, especialmente musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho e esporte. Isto é, grandes chances de se manipular o ambiente para evitar o desenvolvimento da doença.

Saiba se você está precisando fazer uma termografia preditiva.
Visite o site e veja o seu resultado.

Qual a sua idade biológica?  Clique na imagem e descubra!

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Até o Dr HOUSE se rendeu ao uso da termografia.

Neste episódio Dr Gregory House (Hugh Laurie), chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica do Hospital de Princeton-Plainsboro, lança mão de sua câmera de termografia para desvendar mais um caso misterioso.

Aí fica fácil e sem mau humor! Ehehe, o Dr Foreman que diga…

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UNIDADE CUIABÁ

Agora Cuiabá também estará prestando serviço de termografia para o estado de Mato Grosso.

Por meio de uma ação de parceria do Dr Marcos Brioschi e Dr Waldirson Benedito Moraes Coelho, a InfraREDMed inaugurou uma unidade de excelente padrão em termografia/termometria na região do Pantanal e Chapada dos Guimarães.

Exames podem ser marcados pelo telefone:
(65) 3624-9588.

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Declan and the Antics, uma banda de electrorock de Melbourne criou um vídeoclip quente com imagem térmica que já está rolando na MTV.

“A imagem térmica funciona porque o calor de um objeto emite radiação infravermelha. Esta é exatamente a mesma que a radiação visível eletromagnética (luz), mas com um comprimento de onda maior do que nossos olhos podem detectar. Nós sentimos essa radiação como calor e câmeras de imagem térmica pegam esses raios, exatamente da mesma forma que uma câmera comum faria com imagens.”

Esta é uma oportunidade divertida de entender o que é a filmagem térmica do corpo humano em movimento.

Veja o clipe:

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Pesquisadores utilizando uma câmera térmica mediram a temperatura de libélulas durante o vôo e descobriram que elas se acasalam com insetos machos mais quentes, pois estes permitem mantê-las aquecidas enquanto põe seus ovos na água fria.

Este aquecimento permite as fêmeas escaparem mais facilmente de predadores e outras libélulas machos.

Fonte: BBC News.

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