Monthly Archives: janeiro 2011

Termografia infravermelha para estudo da reatividade endotelial e avaliação do risco cardiovascular.

Até hoje pesquisas não tem conseguido demonstrar nenhum benefício em termos de evitar novos ataques cardíacos e nenhum aumento estatisticamente significativo na taxa de sobrevivência com a cirurgia de bypass (ponte) nem da angioplastia com balão, em comparação com o tratamento não cirúrgico para a maioria dos pacientes. Exceto em uma pequena porção de pacientes com doença grave em vários vasos ou com mais de 80 anos. A placa maior, calcificada, que cresce na superfície interna das artérias coronárias (endotélio) não é a causa da maioria dos ataques cardíacos. Ao contrário, cerca de 85% das vezes, o principal culpado é a placa flexível, “vulnerável” (instável) e relativamente pequena que se forma dentro das paredes dos vasos. A placa maior e calcificada é, na verdade, relativamente estável e, em conseqüência de sua cobertura calcificada rígida, sua ruptura é menos comum. A placa flexível, menos estável e mais dinâmica, é muito mais sujeita a ruptura súbita, trombose e infarto agudo do miocárdio. A placa flexível fica oculta nas paredes da artéria e, geralmente não causa obstrução óbvia ou diminuição do fluxo sanguíneo até, é claro, a ruptura aguda quase sempre fatal.

As cirurgias não curam. Na verdade, elas nada fazem para reduzir a placa flexível ou rígida. Os diversos processos inflamatórios subjacentes à formação da placa são tipicamente acelerados por essas cirurgias e suas conseqüências, pois induzem uma forte resposta inflamatória. Talvez o principal benefício desses procedimentos seja o choque que causam no indivíduo, para que ele passe a levar a sério a saúde cardíaca e implemente agressivamente todos os meios de redução de risco. Segundo Dr David D. Waters, da Universidade da Califórnia, a aterosclerose é uma doença sistêmica. Ela ocorre em todas as artérias coronárias. Se você conserta um fragmento, um ano depois haverá outro responsável por um ataque cardíaco; portanto, a terapia sistêmica, com estatinas ou fármacos anticoagulantes, tem o potencial de ajudar muito mais.

Os ataques cardíacos costumam ocorrer sem nenhum alerta e, em geral, em pessoas que parecem “perfeitamente saudáveis”, de acordo com métodos diagnósticos convencionais. A placa vulnerável não tem sintomas e é difícil detectá-la por meio de exames do coração ou quaisquer outros procedimentos. As angiografias por cateterismo são incapazes de detectar a placa vulnerável. No teste de esforço o eletrocardiograma (ECG) é monitorado durante um exercício progressivo na esteira, e pode revelar se há um grau significativo de obstrução em uma ou mais artérias coronárias e a capacidade destas de suprir sangue adequadamente ao coração. Mas não avalia diretamente a questão-chave que é a placa vulnerável, mesmo quando realizado associado com a cintilografia cardíaca. Cerca de 10 a 20% dos testes de esforço dão falso positivos, indicando incorretamente uma anormalidade cardíaca ou arterial, e 20% a 40% geram falsos negativos, sem detectar uma anormalidade. Portanto, o teste de esforço não detecta todos os casos de obstrução arterial, e quaisquer indicações positivas que ele der precisam ser confirmadas por outros testes clínicos.

Entretanto, uma série de estudos tem relatado a importância das células que revestem a parede interna dos vasos sanguíneos (endotélio) no controle vasomotor, atividade inflamatória e desenvolvimento da aterosclerose devida produção de uma substância chamada óxido nítrico. A microcirculação da nossa pele reage conforme estímulos químicos e neurológicos autonômicos, isto é, sem nosso controle. Esta resposta neurovascular automática depende da produção do óxido nítrico pelo endotélio (eNOS) e pelos nervos autonômicos simpáticos (nNOS).

Quando este endotélio fica doente e produz quantidade insuficiente de óxido nítrico, desenvolve-se a doença aterosclerótica, composta pelas placas ou ateromas, e que pode contribuir para eventos cardiovasculares fatais, como infarto e derrames.

A termografia por imagem infravermelha registra a reatividade vascular por meio de um teste não-invasivo, operador-independente, filmando a mudança de temperatura dos dedos das mãos durante a compressão e descompressão do braço pela insuflação da braçadeira do aparelho de pressão (esfigmomanômetro).

Estudos demonstram nítida correlação da temperatura com a aterosclerose em pacientes ainda assintomáticos, também sua correlação com escore de cálcio e cintilografia de perfusão cardíaca (medicina nuclear).

O escore de cálcio trata-se de uma tomografia tridimensional do coração que pode mostrar o cálcio nas paredes das artérias. Presume-se que o cálcio seja placa calcificada porque não há outra razão para sua presença ali. Um computador calcula o valor de cálcio para cada região da placa calcificada, cada artéria coronária e o valor total de cálcio para o coração como um todo. Há uma certa controvérsia entre os médicos quanto à utilidade desse valor de cálcio coronariano na predição do risco de um ataque cardíaco. Valores mais elevados estão, na verdade, relacionados a um risco maior, mas isso pode ser porque um alto valor de cálcio esteja vinculado a níveis mais elevados de placa vulnerável (instável). Acredita-se que é um parâmetro útil, se endendido as diversas funções da placa flexível e da calcificada.

Tarján e colaboradores, em 2005, relataram que nos pacientes com dor torácica, o valor mais inferior da curva de temperatura dos dedos (low fingertip temperature rebound) está fortemente associado com infarto cardíaco (miocárdio).

A reatividade vascular é um componente vital da função vascular pois permite o sistema circulatório responder aos estímulos fisiológicos (estresse, hipertensão, hipotensão) e farmacológicos (antihipertensivos, cardiotônicos, antiarrítmicos) que requerem ajustes do fluxo do sangue e do tônus e diâmetro dos vasos. A reatividade vascular ocorre tanto em grandes quanto microvasos, isto é, desde a artéria aorta até a microcirculação da pele. A reatividade microvascular causa um fenômeno conhecido na Medicina como hiperemia reativa, e ocorre tanto na micro quanto na grande circulação. Tanto a reatividade macro e microvascular é governada por múltiplos mecanismos fisiológicos (dependente e independente do endotélio) e mediado por inúmeros agentes bioquímicos, tais como óxido nítrico (NO), fator hiperpolarizante derivado do endotélio (EDHF), prostaglandinas, adenosina, bradicinina, histamina e por outras substâncias vasoativas. Acredita-se que a reatividade macrovascular esteja mediada predominantemente por óxido nítrico derivado do endotélio, mas a reatividade microvascular também é mediada pelo óxido nítrico.

Estudos prévios demonstraram nítida relação entre a disfunção da reatividade micro e macrovascular e a doença cardiovascular aterosclerótica. Similarmente, diversos estudos comprovaram fortes relações entre os fatores de risco cardiovascular e a disfunção vascular (dependente e independente do endotélio). Assim sendo, a disfunção vascular pode ser vista como um “fator de risco” individual importante para o desenvolvimento da aterosclerose, especialmente quando somada aos efeitos cumulativos dos vários fatores protetores e de risco.

Segundo Jzerman e colaboradores (2003) indivíduos com alto risco de doença cardiovascular apresentam disfunção microvascular cutânea. Além da avaliação de risco para predição de conseqüências patológicas, outro aspecto importante de usar a função vascular é na avaliação da resposta às terapias. Estudos recentes mostraram que a reatividade vascular da pele melhora significativamente após terapia com estatinas (p.ex. Lipitor). A disfunção neurovascular medida pela termografia infravermelha é associada com a extensão do dano observado na cintilografia miocárdica de perfusão (MPI) e se correlaciona fortemente com a pontuação de risco de Framingham e índice de cálcio independentemente da idade, sexo, fatores de risco cardíacos tradicionais. Além disso, é superior à pontuação de risco de Framingham para predição de escore de cálcio alto.

Outra observação importante, é que antes de iniciar qualquer programa de exercício físico regular, consulte o profissional de saúde, que pode aconselhá-lo quanto a quaisquer considerações especiais em relação à sua saúde e condição física. Isso é essencial se você tiver indicações de doença coronariana ou outra doença grave, se estiver na meia-idade ou for mais velho e se não praticou atividade física antes. Tabagismo, obesidade, diabetes, pressão arterial elevada, estresse, apnéia do sono, sedentarismo, herança genética, colesterol, proteína C reativa, fibrinogênio, lipoproteína A e homocisteína elevadas, HDL (bom colesterol) baixo são importantes fatores de risco para doença coronariana. Depois disso tudo, a boa notícia é que a placa flexível e vulnerável é muito mais fácil de reverter do que a placa rígida calcificada por meio de medidas não cirúrgicas e nutricionais, para tanto é necessário identificar este risco.

Referências

1.        Ahmadi N, et al. Low fingertip temperature rebound measured by digital thermal monitoring strongly correlates with the presence and extent of coronary artery disease diagnosed by 64-slice multi-detector computed tomography. Int J Cardiovasc Imaging. 2009;25:725–738.

2.        Ahmadi N, Usman N, Shim J, et al. Vascular dysfunction measured by fingertip thermal monitoring is associated with the extent of myocardial perfusion defect. J Nucl Cardiol. 2009;16:431–439.

3.        Ahmadi N, Hajsadeghi F, Gul K, Vane J, Usman N, Flores F, Nasir K, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relations between digital thermal monitoring of vascular function, the Framingham risk score, and coronary artery calcium score. J Cardiovasc Comput Tomogr 2(6):382–388

4.        Ahmadi N, Bevinal MA, Hajsadeghi F, Sarraf G, Tirunagaram S, Foster GP, Tsimikas S, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relationship of oxidized LDL biomarkers persistent vascular dysfunction measured by fingertip digital thermal monitoring and progression of coronary artery calcification. J Am Coll Cardiol.

5.        Tarján J, Nagy L, Kovács I, Kovács E, Árvai F, Dobai F (2005) Flow mediated change of finger-tip-temperature in patients with high cardiovascular risk. Cardiol Hung 35:11–16 .

6.        Jzerman RG I, De Jongh RT, Beijk MA, Van Weissenbruch MM, Delemarre-van de Waal HA, Serne EH CDS (2003) Individuals at increased coronary heart disease risk are characterized by an impaired microvascular function in skin. Eur J Clin Invest 33(7):536–542.

7.        NL TarjánJ, Kovács I, Kovács E, Árvai F, Dobai F (2005) Flow mediated change of finger-tip-temperature in patients with high cardiovascular risk. Cardiol Hung 35:11–16.

8.        Gul KM, Ahmadi N, Wang Z, Jamieson C, Nasir K, Metcalfe R, Hecht HS, Hartley CJ, Naghavi M (2009) Digital thermal monitoring of vascular function: a novel tool to improve cardiovascular risk assessment. Vasc Med 14(2):143–148.

9.        Thoden J, Kenny G, Reardon F, Jette M, Livingstone S (1994) Disturbance of thermal homeostasis during post-exercise hyperthermia. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 68(2):170–176.

10.     Brioschi ML, Macedo JF, Macedo RAC. Skin thermometry: new concepts. J Vasc Bras 2(2):151-160, 2003. http://www.jvascbr.com.br/03-02-02/03-02-02-151/03-02-02-151.htm

An impressive amount of evidence has suggested that vascular endothelium plays an important role in the control of vascular function and structure by the production of nitric oxide. Skin vascular response is believed to be primarily due to micro-vascular reactivity; however, it is also mediated by sympathetic neurovascular interactions.

This autonomic neurovascular response is involved with endothelial- and sympathetic neuronal-nitric oxide synthase (eNOS and nNOS) activity. A dysfunctional endothelium is an early marker of the development of atherosclerotic changes and can also contribute to cardiovascular events. Infrared Imaging Monitoring (IRIM) of vascular reactivity is a non-invasive, operator-independent test based on changes in fingertip temperature during and after arm cuff occlusion. IRIM has been shown to correlate with the burden of subclinical coronary atherosclerosis in asymptomatic patients, measured by coronary artery calcium (CAC) and nuclear perfusion imaging. Tarján et al. (2005) which reported that in patients with chest pain, low fingertip temperature rebound was strongly associated with myocardial infarction.

Vascular reactivity is a vital component of vascular function that enables the circulatory system to respond to physiologic and pharmacologic stimuli that require adjustments of blood flow and alterations of vessel tone and diameter. Vascular reactivity can be exhibited at both the macro-vascular and micro-vascular levels. “Macro-vascular” pertains to large, conduit arteries, and “micro-vascular” refers to small, resistance vessels. Micro-vascular reactivity causes reactive hyperemia, whereas macro-vascular reactivity (flow-mediated dilatation or FMD) results from reactive hyperemia. Both macro- and micro-vascular reactivity are governed by multiple physiologic (endothelium-dependent and -independent) regulatory mechanisms and are mediated by a number of biochemical agents, such as nitric oxide (NO), endothelium-derived hyperpolarizing factor (EDHF), prostaglandins, adenosine, bradykinin, histamine, and other vasoactive substances. It is believed that macro-vascular reactivity is predominantly mediated by endothelium-derived NO, whereas micro-vascular reactivity is only partially mediated by NO. Previous studies have demonstrated the relationship between impaired micro- and macro-vascular reactivity and atherosclerotic cardiovascular disease. Similarly, several studies have demonstrated strong correlations between endothelial-dependent and independent vascular dysfunction and cardiovascular risk factors. In this regard, vascular dysfunction may be seen as an important “integrative factor” of the inherent atherosclerotic risk of an individual, taking into account the cumulative effect of various risk and protective factors. In addition to risk assessment for prediction of outcomes, another important aspect of using vascular function is to evaluate response to therapies.

Jzerman et al. (2003) have found that individuals at high risk of CAD exhibit impaired micro-vascular function in skin. Moreover, recent studies have shown that skin vascular reactivity was significantly improved after statin therapy. Neurovascular dysfunction measured by IRIM is associated with the extent of myocardial perfusion imaging (MPI) and strongly correlates with Framingham risk score and CAC independent of age, sex, and traditional cardiac risk factors and is superior to Framingham risk score for the prediction of significant CAC.

References

1.        Ahmadi N, et al. Low fingertip temperature rebound measured by digital thermal monitoring strongly correlates with the presence and extent of coronary artery disease diagnosed by 64-slice multi-detector computed tomography. Int J Cardiovasc Imaging. 2009;25:725–738.

2.        Ahmadi N, Usman N, Shim J, et al. Vascular dysfunction measured by fingertip thermal monitoring is associated with the extent of myocardial perfusion defect. J Nucl Cardiol. 2009;16:431–439.

3.        Ahmadi N, Hajsadeghi F, Gul K, Vane J, Usman N, Flores F, Nasir K, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relations between digital thermal monitoring of vascular function, the Framingham risk score, and coronary artery calcium score. J Cardiovasc Comput Tomogr 2(6):382–388

4.        Ahmadi N, Bevinal MA, Hajsadeghi F, Sarraf G, Tirunagaram S, Foster GP, Tsimikas S, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relationship of oxidized LDL biomarkers persistent vascular dysfunction measured by fingertip digital thermal monitoring and progression of coronary artery calcification. J Am Coll Cardiol.

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6.        Jzerman RG I, De Jongh RT, Beijk MA, Van Weissenbruch MM, Delemarre-van de Waal HA, Serne EH CDS (2003) Individuals at increased coronary heart disease risk are characterized by an impaired microvascular function in skin. Eur J Clin Invest 33(7):536–542.

7.        NL TarjánJ, Kovács I, Kovács E, Árvai F, Dobai F (2005) Flow mediated change of finger-tip-temperature in patients with high cardiovascular risk. Cardiol Hung 35:11–16.

8.        Gul KM, Ahmadi N, Wang Z, Jamieson C, Nasir K, Metcalfe R, Hecht HS, Hartley CJ, Naghavi M (2009) Digital thermal monitoring of vascular function: a novel tool to improve cardiovascular risk assessment. Vasc Med 14(2):143–148.

9.        Thoden J, Kenny G, Reardon F, Jette M, Livingstone S (1994) Disturbance of thermal homeostasis during post-exercise hyperthermia. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 68(2):170–176.

10.     Brioschi ML, Macedo JF, Macedo RAC. Skin thermometry: new concepts. J Vasc Bras 2(2):151-160, 2003. http://www.jvascbr.com.br/03-02-02/03-02-02-151/03-02-02-151.htm

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A cada dia, provavelmente, milhões de fumantes tomam a decisão ousada em tentar parar de fumar.
Mesmo as pessoas que não fumam sabem como é difícil largar o vício.

Porém há toneladas de produtos e métodos que podem ajudá-lo a tirar o máximo proveito de sua decisão de parar.

A maioria dos estudos mostra que os fumantes tentam parar de fumar várias vezes antes de realmente ter sucesso.
A coisa mais importante que você precisa perceber é que tem de começar principalmente em sua mente. Basicamente, você tem que realmente querer parar para ter sucesso. As três seguintes dicas vão dar o que você precisa para finalmente se sair bem.

1 – Se você não acredita que pode parar de fumar, nunca vai deixar o hábito. Você pode querer parar, o que é crucial, mas se você não acreditar em si mesmo, nunca irá parar. Se você acredita que pode parar, então você tem grandes chances em cumprir essa profecia. Quando se trata de crença em si mesmo, é necessário muito deste jogo mental para se envolver com sua própria mente. Talvez você possa se concentrar nas realizações que obteve no passado. Foco no positivo, apenas e simplesmente negar os pensamentos negativos com o melhor de sua capacidade. Embora possa ser difícil parar de fumar, não é impossível e milhões tem feito isso.

Ao tentar deixar de fumar para sempre, é bom empregar um certo número de técnicas psicológicas.
Você vai ter que livrar sua vida de velhos hábitos e também de tudo o que faz você querer um cigarro.
Uma dica é a de visitar o seu dentista e fazer uma limpeza e clareamento para deixar seus dentes limpos. Quando você faz algo em que naturalmente se sente melhor, melhora sua alto estima. Além disso tendo seus dentes limpos, isso fará você querer deixar de fumar porque o hábito pode manchá-los novamente.

2- É sabido que alguns produtos para parar de fumar são mais efetivos de uma pessoa para outra. Todo mundo é diferente. O que funciona para uma pessoa pode não fazer nada contra seu hábito de fumar. É, infelizmente, impossível prever essas coisas. Seu médico poderá ajudar indicando vários produtos contra o tabagismo existentes no mercado para que você tente. Estes remédios não servem apenas para parar de ansiar pelo cigarro, mas também irão ajudar a regular seu humor e sensação de bem-estar. Se você tem um amigo ou familiares que possam ajudá-lo, ter-lhes o apoio durante este tempo é muito importante para você que está tentando parar com o vício. Os fumantes vão querer ser como você, e os não-fumantes irão aplaudir seus esforços. Você também pode pedir a um amigo ou membro da família para sempre sair junto com você. Isto é realmente útil, porque vocês dois podem se apoiar mutuamente.

3- Zyban é o medicamento mais popular anti-tabagismo. O zyban é o bupropion, um antidepressivo que atualmente está sendo usado para suprimir os efeitos da abstinência à nicotina e o desejo pelo fumo. É usado no tratamento da dependência à nicotina, deve ser dado pelo prazo médio de 3 meses, ficando a critério do psiquiatra se este período será prolongado ou encurtado. A dose média empregada é de 300mg por dia, podendo, se necessário, ser elevada para 450mg. O máximo recomendado é de 750mg.

Alguns dos efeitos colaterais registrados no uso de Zyban são: Insônia, nervosismo ou ansiedade, dores de cabeça, tremores, tonteiras e ressecamento da boca. Esses efeitos costumam ser leves e a maioria dos pacientes não tem problemas com o tratamento.

Jamais deve ser usado nas seguintes circunstâncias: pacientes epiléticos, com passado de problemas de anorexia ou bulimia nervosa, pacientes bipolares (PMD) ou tendo sofrido alguma síndrome psicótica recente. É preferível evitar esta medicação durante o primeiro trimestre da gestação. Por isso, trantando de medicamentos, procure sempre um profissional da área de saúde para lhe orientar.

A termografia das mãos e pés de fumantes apresenta um aspecto temporário de “amputação das pontas dos dedos” devido a inalação de fumaça. Os mecanismos periféricos inclui a liberação de catecolaminas pelas glândulas adrenais e terminações nervosas resultando em aumento do fluxo de adrenalina. A rápida liberação de adrenalina causa um aumento na frequencia cardíaca e na pressão sanguínea quando inalada fumaça do cigarro.

A fumaça do cigarro causa efeitos na circulação sanguínea de diferentes orgâos, causando vasoconstrição nas artérias coronárias (ataque cardíaco) e leito vascular da pele (envelhecimento). O sangue não só transporta oxigênio e nutrientes mas também calor para as extremidades, uma das consequências da diminuição do fluxo é o resfriamento das extremidades. Uma vasoconstrição cutânea diminui o fluxo sanguineo capilar e resulta em significativa diminuição de temperatura. Por isso nunca fume alguns dias antes e após ser submetido a um procedimento cirúrgico pois, haverá grande risco de complicações por má cicatrização de tecidos, como deiscência, fístulas intestinais e infecção cirúrgica. A fibrose da palma da mão, conhecida como Dupuytren, é associada ao tabagismo.

O interessante é que a termografia pode ser utilizada como um meio objetivo de documentar esta sensibilidade que varia de pessoa para pessoa. Por exemplo, pacientes diabéticos são mais sensíveis ao efeito da fumaça do cigarro. Quanto mais frio a mão fica após fumar maior o risco de doença cardíaca.

Artigos:
http://www.goinfrared.com/media/2005-016%20Kargel.pdf
https://kb.osu.edu/dspace/bitstream/1811/21956/1/V073N1_055.pdf
http://www.revistapodologia.com/revista/Revistapodologia.com_030pt.pdf
http://cardiovascres.oxfordjournals.org/content/22/2/154.full.pdf+html

Abstracts:
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1475-097X.1991.tb00106.x/abstract
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9884030
http://bjr.birjournals.org/cgi/content/abstract/42/495/189
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1425139

Each day probably millions of smokers make the bold decision and try to stop smoking. Even people who do not smoke know how hard it is to kick the habit.

But there are tons of products and methods that can help you get the most out of your quitting experience. Most studies showed that smokers try to quit smoking several times before they actually succeed. The biggest thing you have to realize is that it’s mostly in your mind. Basically, you have to really want to quit to succeed. The following three tips will give you what you need to finally quit for good.

If you don’t believe you can quit smoking, you’ll never give up the habit. You can want to quit, and that’s crucial, but if you don’t believe in yourself, you’ll never quit. It is possible that if you strongly believe that you cannot quit, then chances are good that you will fulfill that prophesy. When it comes to self-belief, much of it is a mental game that you need to engage in with your own mind. Maybe you can focus on the accomplishments you’ve had in the past. Focus on the positive, only, and just negate the negative thoughts to the best of your ability. While it may be hard to quit smoking, it is not impossible and millions of done it. When trying to quit smoking for good, it’s good to employ a number of psychological techniques. You are going to have to rid your life of old habits and also of anything that makes you want a cigarette. One such approach is to see your dentist and have your teeth cleaned. When you do that you will of course feel better since your teeth will not be as discolored. Plus, when you have your teeth cleaned, it will make you want to refrain from smoking because that may stain them again.

It is known that some stop smoking products are more effective from one person to the next. Everyone is different so this only makes logical sense. What works for one person may not do anything for your smoking habit. It’s almost impossible to predict such things. Your doctor will know the various smoking cessation pharmaceuticals on the market for you to try. Not only will you be not have the cigarette cravings, but the pharmaceuticals will help to regulate your mood and feeling of well being. If you have a lot of friends and family that can help you, have them support you during this trying time when you are attempting to quit smoking. Smokers will want to be you, and non-smokers will applaud your efforts. You could also get a friend or family member to quit along with you. This is really helpful because you two can support each other.

Zyban is the most popular anti smoking medication. Take a look at buy zyban for more information.

Source: Articles TopEzine.

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Termografia permite salvar membro inferior de amputação ampliada.

A maior incidência de amputações ocorre em torno dos 50 aos 75 anos, devido problemas vasculares em pacientes diabéticos.
O nível determinado para amputação do membro deve ser o mais longo possível, de acordo com as possibilidades vasculares de cada caso. O coto deve apresentar boa mobilidade e circulação sanguínea, ser recoberto por um bom tecido músculo-adiposo e pele sadia e não apresentar dor, assim possibilitará uma adaptabilidade satisfatória às próteses.

A imagem termográfica delimita o nível de amputação e avalia a cicatrização e perfusão do coto.
O Dr David Harrison do University Hospital of North Durham (Reino Unido) já é conhecido pelo uso da mensuração de saturação de oxigênio (SO2) cutâneo para estudo de viabilidade de membros inferiores isquêmicos em estado crítico para amputação(1).
A técnica consiste em determinar o grau de hipóxia tissular (DTH) que é definida quando o valor da SO2 ao longo da perna é inferior a 10% do normal.

Foi verificado que quando a saturação de oxigênio é menor do que 15% ou a média de SO2 em dois pontos específicos ao longo de uma linha abaixo do nível proposto de amputação (BKA) é 30% ou mais, a cicatrização do coto abaixo do joelho (BKA) será bem sucedida. A técnica, utilizando os critérios acima em combinação com a imagem termográfica(2), tem sido utilizada de rotina pela University Hospital of North Durham desde 1999. Os resultados das pesquisas iniciais destas técnicas foram publicados em 2002(3) e demonstraram um índice de cicatrização de 94% das amputações abaixo do joelho e uma proporção de 9:2 de amputações abaixo do joelho.

A avaliação quantitativa da saturação de oxigênio é o principal critério para recomendar o nível de amputação, porém mais recentemente, o gradiente térmico da imagem termográfica tem sido utilizado como guia qualitativo prognóstico. Durante uma recente pesquisa de 33 amputações realizadas no período de 3 anos, entre 2004-2006, não só o poder preditivo da saturação de oxigênio foi avaliada, mas também os gradientes de temperatura foram medidos ao longo do membro por meio das imagens termográficas. Nove pacientes foram omitidos do estudo: 3 morreram antes da cirurgia, 1 teve contratura de flexão e 5 foi recomendado amputação abaixo do joelho por razões clínicas incontestáveis.

Dos 24 pacientes que preencheram o critério de inclusão: 2 foram indicados amputação acima do joelho e 3 que foram indicado amputação abaixo pela termografia precisaram ser submetidos dentro de uma semana a reamputação acima do joelho devido aparente isquemia do coto e piora na temperatura do coto. Sendo que dos 3, um reamputou dois mês após. O restante dos 19 pacientes foi submetido todos à amputação abaixo do joelho segundo a termografia, e evoluíram com excelente cicatrização do coto.
A análise das imagens termográficas revelou diferença significativa do gradiente térmico entre os grupos amputados acima e abaixo do joelho nos primeiros 5 cm distais (teste t de student, p=0,03) e também de que havia uma diferença significativa (p=0,005) na temperatura absoluta dos 5 cm distais a tuberosidade tibial entre os dois grupos.

Após avaliarem 104 pacientes, Spence e colaboradores também demonstraram que a termografia é um método confiável para determinar o nível de amputação (Laboratório Vascular do Ninewells Hospital and Medical School, Dundee, Escócia). Os autores adotaram termografia e cintilografia com I125, sendo que a combinação das duas técnicas obteve 93% de amputação transtibial, i.e., abaixo do joelho. A taxa de amputação abaixo do joelho foi de 75% neste serviço. Segundo os autores esta técnica ainda não é corrente na literatura médica porque ainda faltam especialistas habilitados para trabalhar com este procedimento.
Apesar da SO2 cutânea ser um excelente método para prognosticar a viabilidade de membros gravemente isquêmicos, a termografia é uma opção segura, não invasiva, sem contraste, sem radiação e sem contato para avaliar os casos que tem temperatura crítica abaixo do joelho, i.e., passíveis de preservar ou não um coto saudável.

A avaliação clínica em conjunto com estas novas medidas prognósticas vem trazer mais precisão na avaliação vascular e uma oportunidade para que estes amputados possam ter uma reabilitação e adaptação mais confortável às próteses mecânicas. A preservação da articulação do joelho permite melhor mobilidade dos pacientes.

Referências:
1 Harrison DK , McCollum PT, Newton DJ, Hickman P and Jain AS. Amputation level assessment using lightguide spectrophotometry. Prosthetics and Orthotics International 1995; 19:139-147
2 Spence VA, Walker WF, Troup IM, Murdoch G. Amputation of the ischaemic limb: Selection of the optimum site by thermography. 1981; Angiology; 32:155-169
3 Hanson JM, Harrison DK , Hawthorn IE. Tissue spectrophotometry and thermographic imaging applied to routine clinical prediction of amputation level viability. In: “Functional Monitoring and Drug Tissue Interaction”. SPIE Proc. Series 2002; 4623:187-194.
4 Harrison DK , Gaylard, LG, Singh DB. DK Harrison, Gaylard, LG, DB Singh. Thermographic imaging for amputation level viability assessment: Just a pretty picture or a quantitative tool? Thermology Int. 17: 79-80.

Publicação Fonte: Regional Medical Physics Department

Fonte: Revista Vascular

Contato:
Dr. David K. Harrison, Durham Unit , Durham. Dr. K. David Harrison, Unidade de Durham , Durham.We have previously described the use of skin oxygen saturation (SO2) measurements to predict healing viability in lower limb amputations for critical limb ischaemia.[1] The technique involves determining the degree of tissue hypoxia (DTH)1 which is defined as the percentage of SO2 values along the leg with a value of less than 10%. It was found that if the DTH was less than 15% or the mean SO2 at two specified sites along the line of a proposed below knee amputation (BKA) was 30% or greater, healing at the BKA level was successful. The technique, using the above criteria and in combination with thermographic imaging[2], has been applied to routine clinical practice in the University Hospital of North Durham since 1999.

The results of an initial audit of these techniques was published in 2002[3] and demonstrated a 94% healing rate of BKAs was being achieved at a BKA to above knee amputation (AKA) ratio of 9:2. The quantitative assessment of DTH is the primary criterion that is used to recommend amputation level, and to date temperature gradients in the thermographic image have only been used as a qualitative guide. During a recent survey of 33 amputations carried out in the 3 year period 2004-2006, not only was the predictive power of DTH re-assessed, but also temperature gradients were measured retrospectively along the limb from the thermographic images. 9 patients were omitted from the audit: 3 died before the operation, 1 had a flexion contracture, and 5 that were recommended a BKA received an AKA on clinical grounds.

Of the 24 patients that lay within the inclusion criteria 2 were predicted for, and underwent, a AKAs, 2 were predicted for and underwent BKAs but needed to be revised to an AKA because of apparent stump ischaemia. The remaining 20 patients were recommended and underwent BKAs that successfully healed.

Analysis of the thermographic images revealed that the difference in the temperature gradients between the AKA and BKA groups over the first 5cm distally was significant (T test, p=0.03) and also that there was a significant difference (p=0.005) in absolute temperatures 5cm distal to the tibial tuberosity between the two groups. However, despite these significant differences, the overlap between the BKA and AKA groups was too great to be able to formulate a predictive tool from the results.

Further scrutiny of the records of the patients whose BKAs were revised showed that in one case the amputation was carried out 2 months after the assessment. However, anecdotally in the second case (amputation 1 week after assessment) the temperature along the limb was the lowest of the entire cohort.

In conclusion, as in the 2002 audit, skin SO2 remains a robust predictor of healing viability in the critically ischaemic limb. However, it is intended to carry out a larger retrospective analysis of thermographic images to investigate whether there is a critical limb temperature below which a BKA is not viable. This could play a role in improving even further the accuracy of the assessment.

References:

1 Harrison DK, McCollum PT, Newton DJ, Hickman P and Jain AS; Amputation level assessment using lightguide spectrophotometry; Prosthetics and Orthotics International 1995; 19:139-147

2 Spence VA, Walker WF, Troup IM, Murdoch G; Amputation of the ischaemic limb: Selection of the optimum site by thermography 1981; Angiology; 32:155-169

3 Hanson JM, Harrison DK, Hawthorn IE; Tissue spectrophotometry and thermographic imaging applied to routine clinical prediction of amputation level viability; In “Functional Monitoring and Drug Tissue Interaction”; SPIE Proc. Series 2002; 4623:187-194

Publication

Harrison DK, Gaylard, LG, Singh DB. Thermographic imaging for amputation level viability assessment: Just a pretty picture or a quantitative tool? Thermology Int. 17: 79-80.

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A inflamação é caracterizada por sinais flogísticos (eritema, calor, dor e edema) e apresenta 3 fases distintas: agudamente ocorre uma vasodilatação por aumento da permeabilidade capilar; posteriormente uma fase subaguda, ocorre infiltração de leucócitos e de fagócitos; e uma fase crônica proliferativa, onde se observa fibrose e regeneração tissular. Ela é essencial para sobrevivência face à agressão tissular. Entretanto, pelo seu mecanismo de ação, os AINEs além dos conhecidos efeitos colaterais podem interferir com o processo de cicatrização.

Pesquisas indicam que os AINEs aceleraram a destruição articular na osteoartrite, além dos sintomas gastrointestinais, sangramento e danos renais. O uso crônico de AINEs, mesmo associado a antiácidos inibidores da bomba de prótons, não ameniza a situação, pois estes aumentam o risco de fraturas nos quadris. Os AINEs também interagem com a vitamina C, reduzindo seus níveis e prejudicando a cicatrização, produção de colágeno, absorção de ferro e proteção contra radicais livres e infecção. Os salicilatos suprimem reações antígeno-anticorpo, reduzem a permeabilidade capilar, afetam a composição, biossíntese e o metabolismo do tecido conectivo, que participa da inflamação e da formação de barreira contra o desenvolvimento de infecção. AINEs como ibuprofeno e naproxeno, aumentam a pressão arterial, enquanto inibidores seletivos da COX-2 proporcionam maior risco de ataques cardíacos. O paracetamol, 500 mg, e codeína, 30 mg, são uma alternativa segura, especialmente quando associados à glucosamina (20 mg/kg/d) e vitamina D3 (10.000 UI/d) nos casos de osteoartrite em atletas e obesos.

A termografia infravermelha de alta resolução é capaz de documentar estas alterações vasomotoras e mensurar precisamente o grau de inflamação. Sob condições controladas o método é reproduzível e utilizado de forma não-invasiva e sem contato, para avaliar o potencial de AINEs. A vantagem em relação ao método de radioisótopos é que pode ser repetida muitas vezes (horas, semanas, meses) sem risco. A temperatura é a medida mais objetiva para avaliar inflamação articular, demais parâmetros como escala de dor e edema além de subjetivos não distinguem o efeito analgésico do antiinflamatório.

Enquanto AINEs produzem uma queda acentuada no índice termográfico (TI), associada com diminuição de proteínas de fase aguda e do fluxo sanguíneo tecidual local, o uso exclusivo de paracetamol produz pequena diminuição no TI que permanece constante por 4 semanas de avaliação, mesmo com aumento da dose para 600 mg/dia. A termografia comprova o efeito apenas analgésico do paracetamol+codeína em comparação aos AINEs. Confirmando que esta associação não interfere no metabolismo e vascularização, isto é, no processo de reparação das lesões.

 

Referências Bibliográficas

1.     Marsolais D, Côté CH, Frenette J. Nonsteroidal anti-inflammatory drug reduces neutrophil and macrophage accumulation but does not improve tendon regeneration. Lab Invest. 2003;83:991-9.

2.     Brenner M, Braun C, Oster M, Gulko PS. Thermal signature analysis as a novel method for evaluating inflammatory arthritis activity. Ann Rheum Dis 2006;65:306-311.

3.     Brioschi ML, Yeng LT, Pastor EMH, Teixeira MJ. Utilização da imagem infravermelha em reumatologia. Rev Bras Reumatol 2007;47(1):42-51.

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Acessório, que custa cerca de 100 dólares, funciona em conjunto com o aplicativo Blood Pressure Monitoring System.

Durante a CES 2011, evento que acontece esta semana em Las Vegas, a iHealth Lab, empresa que desenvolve equipamentos para a área de saúde, apresentará um acessório que transforma iPhone, iPod e iPad em medidores de pressão sanguínea.

Cotado a cerca de 100 dólares, o kit inclui uma espécie de braçadeira e uma base para conectar o equipamento da Apple. Requer, também, um aplicativo gratuito (que precisa ser baixado na App Store).

Segundo a empresa, com o produto, que já está disponível, é possível monitorar a pressão sanguínea e armazenar os dados diários do usuário no iPhone.

E a exemplo do iHealth, uma empresa francesa também apresenta uma solução para tirar a pressão arterial com a ajuda do iPhone: é o Withings Monitor.

A aplicação é simples: basta plugar o iPhone no aparelho e rodar o aplicativo.
Todo o resto é automático, medindo a pressão e os batimentos cardíacos. Todos os resultados são armazenados e enviados a uma página web, onde você pode acompanhar gráficos com todo o histórico e evolução. Este mesmo controle pode também ser feito diretamente no iPhone/iPod touch.

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Só o fato de ficar estressado ou viver estressado aumenta o colesterol.

O estresse contribui para os níveis excessivos de colesterol porque o corpo precisa produzir mais desta substância, a fim de fabricar o hormônio do estresse – o cortisol.

Independente da dieta, o fígado produz colesterol que é precursor da cortisona, hormônio do estresse, e consequentemente da adrenalina.

Cuide-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Termografia Ocular na Avaliação da Estenose de Carótida Interna.

Segundo Dr. Philip Morgan do Departamento de Optometria e Ciências da Visão, Universidade de Manchester (Reino Unido), a temperatura dos olhos pode ser mensurada por termografia infravermelha ocular como meio de identificação de estenose de artéria carótida.

Nestes pacientes, há um bloqueio parcial ou completo do fluxo sanguíneo do pescoço para os olhos. O fluxo reduzido da artéria oftálmica causa uma diminuição da temperatura ocular que não pode ser maior do que 0,6oC entre os olhos (p<0,05). Conforme estudos do Prof. E.Y.K. Ng do Nanyang Technological University (Singapura), a temperatura da córnea varia de 34oC no centro à 37oC até a esclera, com média de 34,01±0,64oC considerando emissividade de 0,975.

Estes são alguns dos parâmetros mínimos pelo qual a termografia ocular identifica pacientes com risco de estenose de artéria carótida, uma condição freqüentemente associada a acidente vascular cerebral (AVC). A termografia ocular (TO) é um método de rastreamento simples, não avaliador dependente, rápido e de baixo custo para identificação de estenose de artéria carótida interna (EACI) com repercussão hemodinamicamente significativa (i.e. redução de mais de 50% do diâmetro do vaso), em comparação com o Doppler de carótida, técnica padrão-ouro. A EACI é o maior risco para AVC isquêmico.

Uma vez detectada a estenose, devem ser avaliadas medidas terapêuticas e cirúrgicas para diminuir o risco de AVC. Isto é, medidas profiláticas efetivas.

A grande maioria dos indivíduos com doença nas carótidas não necessitam de cirurgia, tendo em vista que pequena quantidade de placas de aterosclerose são comuns em pessoas idosas, se tornando problemático em geral quando crescem e causam entupimentos mais graves nas artérias, em geral superiores a 60-70% de obstrução. Mas o desprendimento da placa, que também pode causar obstrução mais distal e AVC, pode ser evitado por medidas profiláticas medicamentosas, nutricionais e de hábito de vida.

O AVC é um problema de saúde importante, só no Brasil são cerca de 100 mil óbitos por ano. Apresenta-se como a 2ª causa de morte no mundo. O AVC é a principal causa de incapacidade neurológica dependente de cuidados de reabilitação e a sua incidência está relacionada com a idade e diabetes.

Apesar de efetiva no diagnóstico da EACI, a ultrassonografia é relativamente custosa em termos de equipamento e a técnica operador-dependente demanda o emprego de profissionais altamente treinados. Certamente, acrescentar a avaliação ocular na termografia de corpo inteiro quando da realização no estudo e rastreamento de outras doenças sistêmicas (artrites, neuropatias, vasculopatias de membros inferiores, tumor de mama etc), é uma nova metodologia, efetiva e de baixo custo para investigar estenose de carótida e pode ter um impacto significativo na prevenção de AVC e suas sequelas. Como o suprimento vascular do olho é o determinante principal da sua temperatura, uma oclusão total ou parcial do sistema arterial da carótida interna pode causar uma redução térmica no lado afetado, quando não há fluxo compensatório colateral pelo polígono de Willis.

O arranjo das artérias no Polígono de Willis cria uma redundância na circulação cerebral. Se uma parte do círculo estiver bloqueada ou estreitada (estenose), ou se uma das artérias que suprem o polígono está estreitada ou bloqueada, o fluxo sanguíneo dos outros vasos sanguíneos pode muitas vezes preservar a perfusão cerebral o suficiente para evitar sintomas de isquemia. Segundo Dr. Selim Orgül da University Eye Clinic Basel (Suíça) o método é altamente reproduzível.

A termografia ocular pode mensurar precisamente a temperatura do olho e desta maneira servir como um método de screening para identificação de alterações hemodinâmicas significativas relacionadas a estenose de carótida, especialmente casos em que não há compensação do fluxo sanguíneo colateral. A sensibilidade e especificidade da termografia ocular comparada ao Doppler de carótidas é 98% e 96% respectivamente segundo estudo publicado por Hofferberth e colaboradores na revista Stroke.

A termografia ocular não substitui o Doppler de carótidas, o primeiro se trata de avaliação funcional e outro anatômica. Pelo contrário, na presença de termografia sinalizando médio ou alto risco de AVC, o Doppler colorido é mandatório.

A termografia é uma opção de rastreamento de doenças vasculares periféricas e cada paciente tem sua própria conjuntura clínica, segundo idade, sexo, doenças associadas, como doença cardíaca, obesidade, diabetes, tabagismo e outros maus hábitos de vida, portanto deve consultar seu médico para encontrar qual das opções diagnósticas é a melhor para seguir no seu caso. Também dentre as novas aplicações da termografia ocular sendo desenvolvidas estão os estudos lacrimais na xeroftalmia (olhos secos) pela Aston University (Reino Unido) e as reações inflamatórias relacionadas ao uso de lentes de contato, sensibilidade da córnea e cirurgias refrativas. Referências:

  1. Morgan PB, Soh MP, Efron N, Tullo AB. Potential applications of ocular thermography. Optom Vis Sci 1993; 70: 568-576.
  2. Morgan PB, Smyth JV, Tullo AB, Efron N. Ocular temperature in carotid artery stenosis. Optom Vis Sci 1999; 76: 850-854.
  3. Hofferberth et al. Comparison of Doppler sonography and plate thermography for detection of carotid artery stenosis. Stroke 1980; 11 (1): 27-30.
  4. Anterior Eye Laboratory. Queensland University of Technology. Brisbane, Australia.

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