Monthly Archives: fevereiro 2011

A Academia Nacional de Medicina Legal (ANML) já esta nas redes sociais. A entidade acaba de criar seu perfil no Facebook com o objetivo informar e discutir assuntos de interesse da Medicina Legal (questões medico-legais atuais da comunidade brasileira e internacional, atualidades, assuntos ABML e Perícias Médicas, eventos de interesse, reunioes cientificas, livros).


A ANML espera criar uma comunidade bastante interativa e participativa por meio desta ferramenta que mais vem crescendo o uso nos mais diferentes segmentos institucionais e empresariais no mundo.
Entre os participantes do grupo estão importantes nomes da Medicina Legal brasileira, entre eles Genival Veloso de França, Carlos Braga, Nilo Jorge, Raílton Bezerra, Rita de Cássia Monteiro Carvalho, Talvane Marins de Moraes, Alcindo Cerci Neto, Claudio Trezub, Luiz Carlos Cavalcanti Galvão e Marcos Brioschi.
Para acessar e participar do grupo clique aqui:

 

 

 

 

 

AVISO IMPORTANTE:
O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
Site educativo do Dr. Marcos Brioschi, médico, medicina diagnóstica. Termografia para diagnóstico da dor, risco de lesão esportiva, atividade metabólica, risco cardiovascular, avaliação metabólica da mama

© 2007-2017 Canal InfraRedMed – Dr. Marcos Brioschi. Todos os direitos reservados.

Apresentação e justificativas
A Medicina Legal sempre esteve envolvida com as diversas áreas da Ciência em favor da Justiça e naturalmente cada vez mais nossa especialidade tem se aproximando e confrontado com novas tecnologias relacionadas à prática pericial. A termografia infravermelha, também denominada termometria cutânea, é um método médico complementar que consta no rol de procedimentos tanto da AMB (3901007-3) quanto da atual CBHPM (41501136) e tem despertado interesse devido sua avaliação multisistêmica preditiva e complementar em perícias. Além de pareceres e perícias, em nosso meio tem sido realizado publicações a cerca do método na área pericial.

A termometria faz parte do estudo fundamental da área de saúde, em diferentes disciplinas básicas, da Fisiologia à Semiologia, mais especificadamente denominada Termologia Clínica. Esta área abrange o estudo dos fenômenos térmicos biológicos normais e sob condições especiais como no estresse (produção e gasto de energia, distúrbios metabólicos), bem como, de várias doenças (alterações/disfunções/anomalias térmicas, febre, hipertermia, hipotermia, inflamação, isquemia, neuropatias, tumores, cicatrização, disfunção endotelial). Assim sendo, a termometria tem abrangência dentro de diversas especialidades da área de saúde, médicas e subáreas de atuação.

A medicina sempre se utilizou do método termológico de diversas maneiras. Sensores térmicos hipersensíveis, desenvolvidos após Guerra do Golfo, permitiram estudos dinâmicos, em tempo real, da distribuição térmica da superfície durante movimento do corpo humano e perfusão de órgãos, com imagens de alta resolução. Associados a isto, estudos fisiológicos provocativos com e sem estímulo térmico ao frio ou calor. Acrescente-se que também possibilitou o estudo das áreas de dor referida visceral com reconhecida importância diagnóstica.

Isto se dará por meio do Departamento de Termografia Pericial.

A termometria cutânea é importante, portanto, devido seu apoio clínico nas:

•Medidas de contenção de epidemias (influenza etc)
•Rastreamento de febre
•Determinação da taxa metabólica basal (gasto calórico)
•Mensuração da ativação metabólica por meio de calorimetria direta em diversas doenças clínicas e pacientes cirúrgicos
•Mapeamento cutâneo da distribuição vascular e microcirculatória
•estudos vasculares de perfusão tecidual, disfunção endotelial e determinação do nível de amputação, pé diabético
•Avaliação da regulação do fluxo sanguíneo cutâneo pelo sistema neurovegetativo simpático (regulação neurovascular cutânea)
•Síndrome complexa de dor regional, dor neuropática
•Avaliação da resposta vasomotora nas neuropatias periféricas e centrais
•Disfunção do sistema neurovegetativo cutâneo nos respectivos dermátomos, neuropatia diabética
•Avaliação da atividade inflamatória
•Artrites, periartrites, entesites, osteítes, vasculites, sinusites
•Avaliação das disfunções miofasciais
•Síndromes dolorosas miofasciais

Destacados serviços universitários no país têm utilizando rotineiramente o método na investigação de diferentes enfermidades, algumas das quais este se constitui em único recurso no seu diagnóstico. Destacam-se como pioneiros serviços do HC-FMUSP, como Centro de Dor do Departamento de Neurologia e a Divisão de Medicina Física e Reabilitação, o Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Paraná e a Universidade Estadual da Paraíba, além das clínicas especializadas já existentes em áreas médicas e afins. Estes serviços atualmente já promovem cursos de formação específicos nesta área, onde se destaca o curso médico de 480h de Termologia Clínica, Termometria e Termografia do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP sob a coordenação de membros desta comissão.

Conclui-se do exposto, a importância da termometria cutânea como medida que se impõe indispensável ao estágio atual da Medicina Diagnóstica, pois atende a diversas especialidades médicas como, cirurgia vascular, angiologia, cirurgia cardiovascular, cirurgia plástica, ortopedia e traumatologia, neurocirurgia, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia torácica, neurologia, fisiatria, reumatologia, medicina do trabalho, infectologia, dermatologia, pediatria, endocrinologia, nutrologia, mastologia, oncologia, conseqüentemente a Medicina Legal e Pericial.

Temos, agora, a oportunidade de trabalhar, sob o amparo da ABML, questões técnicas de vital importância para o desenvolvimento deste procedimento único dentro de nossa especialidade, área que nos compete as mais diversas perícias. Na certeza de contribuir para preservar a qualidade do atendimento médico com segurança, respeito e dignidade à saúde de todos os cidadãos brasileiros a serviço da Justiça.

Nesse sentido, o Departamento de Termografia Pericial se justifica com a finalidade de promover a divulgação de estudos e discussões de assuntos relacionados à termologia clínica através da participação de seus membros e convidados em mesas redondas, simpósios, seminários, cursos de atualização, jornadas, congressos nacionais e internacionais relacionados ao tema, realizar intercâmbios e parcerias com associações e comissões científicas afins, assim como incentivar e desenvolver trabalhos relacionados à Termografia Pericial para publicação nos canais próprios de comunicação científica.

Objetivo
Congregar colegas em torno da discussão sobre Termografia Pericial e suas peculiaridades enquanto atividade médico-legal. Aprofundar os estudos médicos relacionados à Termologia Clínica, em particular a termografia infravermelha pericial.

Visão Estratégica
Resgatar o conceito mais amplo de medicina legal. Aproximar a entidade, estabelecida como representante legítima, a ABML, as tecnologias emergentes, como a termometria cutânea e aos que se dedicam a termologia clínica por ofício à medicina legal, fortalecendo-a. Disponibilizar o método complementar de termometria cutânea na área de Medicina Legal dentro do rol de procedimentos médicos da AMB.

Áreas de Atuação
Esta Comissão atuará, dentro da ABML, exclusivamente nas demandas que dizem respeito ao estudo por termometria cutânea (ou termografia) nas mais diferentes áreas que competem os peritos, especialistas da Medicina Legal, juristas e profissionais que atuam nesta área, no Brasil.

A área de atuação desta Comissão será exclusivamente a relacionada ao procedimento médico previsto na AMB dentro de uma estrutura transdisciplinar e interdisciplinar, a ser alcançada pela integração de profissionais, disciplinas e áreas afins, destacando-se o Direito, a Medicina, a Odontologia, Criminalística e suas especialidades.

COORDENAÇÃO
A coordenação da Comissão de Termografia Pericial da ABML deverá ficar sob a responsabilidade de membros da ABML com comprovada atuação profissional e acadêmica em Termologia Clínica e Termografia. Tendo a seguinte formação no momento:

Coordenador geral
Prof. Dr. Francisco MRM Silva, professor titular de Medicina Legal da UFPR. Especialista em Medicina Legal, Cirurgia Geral e Medicina do Trabalho. Médico legista, doutor pela UFFR. Diversas publicações e palestras na área de termografia infravermelha.

Coordenadores executivos
•Prof. Dr. Luis Carlos Cavalvante Galvão: Mestre em Odontologia Legal e Deontologia pela Universidade Estadual de Campinas (1994). Doutor em Radiologia Odontológica pela Universidade Estadual de Campinas (1998).
•Prof. Dr. Railton Bezerra de Melo: Presidente da Associação Brasileira de Medicina Legal. Perito legista e professor da Universidade de Pernambuco – UPE. Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia.
•Prof. Dr. Marcos Leal Brioschi: Especialista em Cirurgia Geral e Medicina Legal, com área de atuação em Cirurgia do Trauma. Certificado em Dor pela Sociedade Brasileira para Estudo da Dor. Pós-doutor em Ciências Médicas pelo HCFMUSP. Pesquisador CNPq. Diversas publicações e palestras na área de termografia infravermelha.
•Prof. Dr. Daniel Colman: Especialista em Anestesiologia e Medicina Legal. Médico legista pelo IML-PR. Doutor em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Pesquisador CNPq. Diversas publicações e palestras na área de termografia infravermelha.

•Prof. Dr. Antônio Batista de Queiroz – Presidente da Associação Brasileira de Medicina Legal.

Fonte: ABML – Associação Brasileira de Medicina Legal.

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Sensibilidade a flor da pele. A ciência comprova que a fibromialgia é, sim, uma doença física. E conviver com esse problema, responsável por dores que nunca vão embora, nem sempre é um caminho de espinhos.

por Kátia stringueto

Dói. E como dói. Ontem, hoje, amanhã. Dói sempre. Às vezes mais, às vezes menos. Mas parar de doer é raro. Dor nos ombros, nos braços, nas costas, nas pernas, na cabeça, nos pés. Quem tem fibromialgia conhece bem o corpo. Todo ele reclama. A ponto de, em momentos de crise, um toque delicado como o de uma flor incomodar. Abraços e carinhos muito desejados também machucam quando a sensibilidade ultrapassa os níveis de normalidade e bate asas, voando longe do controle. E uma situação assim demorou para ser considerada um mal físico. Era confundida com depressão e estresse. Por falta de informação — e diagnóstico —, os pacientes ainda tinham que sofrer na alma o transtorno que a dor já impingia ao corpo.

Agora esse capítulo mudou. Evidências comprovam que fibromialgia é doença física, sim. Não se trata de uma síndrome invisível. “Há trabalhos científicos mos trando que o portador apresenta alterações na anatomia cerebral”, defende o reumatologista Roberto Ezequiel Heymann, coord enador do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital São Paulo, na capital paulista.

Um desses estudos foi apresentado no final de 2008 na França. Graças a um exame por imagem chamado Spect (sigla em inglês para tomografia computadorizada por emissão de fóton), os médicos do Centro Hospitalar Universitário de La Timone, em Marselha, constataram que no cérebro de 20 mulheres com esse tipo de hipersensibilidade havia um fluxo maior de sangue em regiões que identificam a dor. Paralelamente, notaram uma queda de circulação na área destinada a controlar os estímulos dolorosos. Nas dez voluntárias saudáveis que participaram da pesquisa, nenhuma alteração foi detectada. A investigação se soma a outros dados consagrados sobre a presença do distúrbio, como o aumento dos níveis de substância P, o neurotransmissor que dispara o alarme dolorido, e a menor disponibilidade de serotonina, molécula que avisa o sistema nervoso que a causa do tormento já passou.

No Brasil, um estudo inédito corrobora a tese de que os fibromiálgicos têm o sofrimento que alegam. O médico Marcos Brioshi, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo, analisou 223 pacientes submetidos à termometria, um exame que transforma o calor do corpo em imagem — quanto mais vermelha, maior a circulação sanguínea no alvo da sensação desagradável.

O especialista verificou que, nos casos de fibro, três sinais são característicos: um manto que cobre o peito e as costas, uma máscara em torno dos olhos e extremidades frias. “A avaliação clínica ainda predomina, mas esse método complementar ajuda no diagnóstico, distinguindo o problema de outras doenças crônicas, como a artrite”, diz o termologista.

Confirmada que a fibro está longe de ser uma doença psíquica, a pergunta que ainda não foi respondida é por que ela acontece. “Quando soubermos a sua origem, conseguiremos acabar com a causa e encontrar a cura”, diz o neurocirurgião Claudio Fernandes Correa, também do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. Por enquanto, o que se conhece são os gatilhos do terrível incômodo — fatores que desencadeiam a crise, como o estresse pós-traumático —, além dos meios de minimizar o quadro e devolver qualidade de vida aos pacientes. Nesse ponto, há novidades.

Um considerável número de médicos acredita que, no futuro, a associação de drogas como antidepressivos e neuromoduladores, a nova alcunha dos anticonvulsivantes, terá efeito sinérgico na briga contra a dor. É que, enquanto o antidepressivo eleva a oferta de serotonina e noradrenalina, sedativos naturais do sistema nervoso, os neuromoduladores alteram a transmissão do estímulo doloroso para o cérebro, diminuindo os níveis da tal substância P.

A bomba de morfina, outra estratégia medicamentosa para aliviar o suplício, por sua vez parece estar à beira do descarte. “Drogas como os opioides, com exceção do tramadol, não são muito eficazes nas pessoas fibromiálgicas”, conta Heymann. O consenso é que na cesta de cuidados não podem faltar remédios, atividade física aeróbica e acompanhamento psicoterápico (veja o quadro acima). Um exemplo: caminhar de três a quatro vezes por semana, durante 30 minutos, libera substâncias prazerosas como as endorfinas e relaxa a musculatura. Alguns portadores que seguem esse receituário chegam até a dispensar a medicação.

Uma última informação, não menos importante, é o olhar para o que vai no prato. Quem apresenta quadros de dores crônicas precisa de proteína, ferro, cálcio e vitaminas do complexo B. Os medicamentos costumam dificultar a absorção desses nutrientes e essa carência pode estar relacionada ao aumento do desconforto generalizado. “Basta imaginar que, se há falta de proteína, o corpo vai roubá-la dos músculos, que ficam ainda mais sensíveis”, explica Marco Dias Leme, nutricionista do Grupo de Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo. De qualquer forma, cresce a certeza de que o indivíduo com fibromialgia merece uma dedicação tão respeitosa quanto global.

Fonte: Abril Medicina.

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Continuing Medical Education Meeting on Thermology.

An international panel of renowned medical professors and physicians will present at an innovative CME program at the Annual Meeting of the South Carolina Society of Physical Medicine and Rehabilitation, held in cooperation with the annual meeting of the South Carolina Medical Association. This meeting will be held on April 30, 2011 at the Hyatt Hotel in Greenville, South Carolina. This has been designated by the South Carolina Medical Association for 6.5 AMA PRA Category 1 Credits.

Link

Please confirm the presence at Facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=150245835032149

See the Dr Roberto Schwartz video invitation:

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Câmera térmica que registra o calor, a radiação emitida por um corpo na frequência infravermelha, é a nova arma da polícia de SP. A máquina será usada, por exemplo, para identificar agressões físicas nos casos em que elas não sejam facilmente visíveis a olho nú, segundo o perito criminal José Antonio de Moraes, do Instituto de Criminalística de São Paulo.

Parece arte pop a imagem no visor da câmera. Mas não é. O retrato do perito criminal José Antonio de Moraes, 68, do Instituto de Criminalística de São Paulo, foi feito com uma Flir T300, que capta radiação infravermelha.
É a nova arma da polícia.

A Flir é uma máquina fotográfica que registra o invisível.
Mais precisamente, registra a radiação emitida por um corpo na frequência infravermelha, o calor.
Ela pode ser muito útil, por isso, nas investigações envolvendo coisas que não sejam visíveis a olho nu, mas emitam calor“, diz Moraes.

O equipamento consegue fotografar a impressão térmica deixada pela mão que apenas foi pousada sobre o tampo de uma mesa –e logo depois retirada. Vê-se uma mão esbranquiçada sobre fundo vermelho.
Fantasmagoria?

A Flir fotografa temperaturas a partir de 20ºC negativos, até os 650ºC.
Quanto mais quente, mais branca fica a imagem.

Desenvolvida no final dos anos 60 para equipar os aviões de guerra americanos no Vietnã, a tecnologia de imagem por infravermelho objetivava enxergar vietcongues, armas e suprimentos deslocando-se no escuro.

O perito criminal José Antonio de Moraes, com a “câmera térmica” adquirida pelo Instituto de Criminalística.

Adaptada a uma câmera digital, a tecnologia poderá ser usada, por exemplo, “para identificar agressões físicas nos casos em que elas não sejam facilmente visíveis a olho nu”, diz Moraes.

Segundo ele, com a fotografia térmica, as agressões tornam-se localizáveis, por causa da diferença de temperatura na pele (a área afetada fica mais quente).

O Instituto de Criminalística já comprou cinco máquinas –R$ 35 mil cada uma.
Suspeita-se que alguém esteja emparedado? A gente poderá ajudar a localizar com a Flir“, promete Moraes.

“Aparecerá a parede com uma mancha no meio”. Como a imagem de um fantasma.

Vídeo do dia 09/02/2011 no Jornal Nacional.

Fonte: Bol Notícias.

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