Monthly Archives: março 2011

O que você precisa saber antes de sua próxima mamografia ou colonoscopia…

Nem todo tumor maligno tem características agressivas, alguns podem ter crescimento muito lento.

Segundo Dr Welch ainda faltam métodos diagnósticos que possam avaliar melhor a agressividade destes tumores detectados muito precocemente antes de tomar medidas terapêuticas agressivas como cirurgia, radio ou quimioterapia em situações que talvez o paciente nunca viesse a morrer por causa daquele tumor, e sim por outros problemas de saúde como doença cardiovascular, trauma, pulmonar ou até mesmo outro câncer.

A termografia é um método diagnóstico por imagem que avalia a agressividade de tumores de mama, tireóide, pele, ósseo e linfomas. De forma totalmente inócua, sem contato ou radiação a termografia infravermelha pode ser utilizada em conjunto com exames tradicionais numa abordagem mais racional quanto à conduta a ser instituída. Cada paciente tem sua própria conjuntura clínica, e se deve consultar seu médico para encontrar qual das opções é a melhor para o seu caso.

Veja também este vídeo:

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O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
Site educativo do Dr. Marcos Brioschi, médico, medicina diagnóstica. Termografia para diagnóstico da dor, risco de lesão esportiva, atividade metabólica, risco cardiovascular, avaliação metabólica da mama

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Esta imagem termográfica fornecida pelo Greenpeace mostra um contêiner emitindo calor durante transporte de material nuclear na estação ferroviária de Valognes, França. Os resíduos, muito quentes – cerca 400º C – são fundidos em blocos de vidro sólido para que não possam vazar. Cada contêiner possui 28 desses blocos de vidro, com camadas de proteção para impedir o escape de radiação gama e de nêutrons.

A exposição acidental a radiação ionizante é um risco nos dias atuais. São bem conhecidos os eventos ocorridos durante a catástrofe de Chernobyl (1986), Goiânia (1987) e agora mais recentemente em Fukushima, Japão, devido ao terremoto seguido de tsunami.

A termografia é um método não-invasivo utilizado para revelar a extensão do envolvimento cutâneo à exposição à radiação na fase subaguda. Utilizada com sucesso em vários acidentes desta natureza, veja as referências abaixo.

Um estudo descreveu o uso da termografia para avaliar lesões cutâneas em soldados expostos acidentalmente a radiação por Césio137 durante treinamento militar em um campo em Lilo (Geórgia) em 1997.

As manifestações cutâneas em conseqüência da radiação, diferente das causadas por agentes químicos tóxicos, não desenvolvem imediatamente. Podem levar de alguns dias a semanas dependendo da dose de radiação a que foi exposto, sensibilidade cutânea individual, absorção, extensão de derme acometida. O processo inflamatório na fase mais inicial não é perceptível a olho nu, porém pode ser documentado precocemente pela termografia.

Do ponto de vista anatomopatológico e médico-legal, estas queimaduras são impossíveis de serem discriminadas entre uma queimadura térmica, química ou por radiação na fase aguda. É a seqüência de eventos ao longo do tempo que as diferenciam nesta fase, de eritema até chegar à fase de fibrose cutânea. A termografia auxilia a desvendar a causa da lesão, o planejamento terapêutico e a monitorização destas lesões em pessoas expostas a altas doses de radiação. O tratamento altera de acordo com o estágio da lesão, que varia devida complexidade das manifestações clínicas, e inclui desde a aplicação de corticóides sistêmicos, inferferon gama, pentoxifilina, vitamina E e dismutase superóxido.

Na termografia as áreas acometidas ficam mais hiper-radiantes que a pele normal, correspondentes a zonas inflamatórias, que geralmente evoluem depois para manchas brancas, sem pêlos, e finalmente ulcerações, que mantém um padrão hiper-radiante ao redor da ferida. Veja a figura abaixo:

Manifestação da síndrome cutânea de radiação. Termografia do dorso (D) de uma vítima exposta a radiação delimitando processo inflamatório local (Cortesia do Prof JM Cosset, Instituto Curie, Paris)(Acidente da Geórgia, 1997).

 

Referências

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O Budweiser Shootout, disputado numa noite de sábado, dia 12/03, em Daytona, mostrou ao mundo a nova maneira que os carros da Nascar se comportam nesse tipo de pista. Talvez pelo novo asfalto ou pelas mudanças aerodinâmicas para a temporada 2011, trabalhar em dupla se mostrou essencial.

As longas filas de carros, tradicionais no super-oval da Flórida, deram lugar a parcerias quase que fixas entre dois pilotos, o chamado ‘draftlock’. Essa técnica já havia sido usada amplamente em Talladega, mas não de forma tão intensa. Outra diferença foi que na pista do Alabama as filas de carros ainda continuaram a existir. Para entender esse draftlock em uma explicação usando o CFD, clique aqui.

Aí que está o problema. Caso realmente esse trabalho em dupla não seja usado durante toda a Daytona 500, como será que os pilotos irão se comportar? Teremos o retorno das tradicionais linhas de carro, ou a corrida será uma entediante prova em single file até os últimos giros?

Apesar da nova técnica, Daytona ainda guarda algumas especificidades. Como a pista é muito estreita e mal comporta três carros lado a lado, será muito interessante ver como as ultrapassagens e trocas de parceria serão negociadas. Principalmente quando houver um retardatário mais lento próximo. Dessa forma, ainda destaco as paradas nos boxes como momento fundamental, afinal, ficar sem parceiro quando elas forem feitas em bandeira verde, pode significar até mesmo perder a volta do líder.

O final da corrida deste sábado, com Denny Hamlin superando Ryan Newman na linha de chegada, prova que poderemos ter final de corridas mais emocionantes. Antes, era comum que apenas os dois carros que puxavam as filas chegassem em condições de brigar pela vitória nos metros finais.

Para finalizar, como a Nascar resolveu mudar a refrigeração dos carros após o Shootout, acredito que os Gatorade Duels, vão manter o espírito da corrida promocional: várias duplas e muitas mudanças de liderança. Afinal, os pilotos precisam testar o equipamento para que tudo dê certo em Daytona.

Em tempo: Quanto à corrida da ARCA, que teve o Miguel Paludo, digo que nunca vi uma corrida tão chata em Daytona. Independente do problema mecânico que o brasileiro teve, será que ninguém leva em conta que Bobby Gerhart – o vencedor da corrida – sempre vence com tática nos boxes? Por que ninguém fica de marcação nele? Eu faria isso. E teria conseguido um TOP 5. Para ler como a corrida foi, basta clicar aqui.

Talvez pelo Shootout ser uma corrida tão curta – apenas 75 voltas – os pilotos se arriscaram a ficar em duplas desde o início. Na Daytona 500, isso não deve acontecer ainda mais que a Nascar vai limitar a refrigeração do motor, impedindo que o draftlock seja feito repetitivamente.

No Shootout, aliás, a parceria entre Jeff Burton e Kevin Harvick, talvez a mais forte da noite, foi separada a partir do momento que o motor de Harvick ameaçou estourar. Mais tarde, trabalhando com Jeff Gordon, o piloto de Richard Childress não pôde mais passar tanto tempo empurrando o parceiro.

Como a Daytona 500 é uma corrida bem mais longa, a tendência é que apenas nas voltas finais os pilotos passem a abusar do draftlock. Antes disso, muita gente deve usar essa técnica para avançar posições, garantir o bônus por liderar uma volta, formar parcerias e mostrar o patrocinador. Competitivamente, o que aconteceu no Shootout não deve ser repetir até o final da 500.

X Team Racing é a equipe brasileira na Nascar.
Através da página do Speed Channel no Facebook, foi confirmada uma ótima notícia para os fãs brasileiros da Nascar. Foi confirmada  a criação de uma nova equipe da Nascar, a X Team Racing, que usará equipamento Toyota e terá como dono o brasileiro Laerte Zatta.  que já trabalhou na Formula Indy e na Nascar como engenheiro de motores da Toyota.

Ainda segundo o Speed Channel, Zatta comprou 8 carros da Toyota preparados pela equipe de Joe Gibbs, utlizandos para andar na categoria regional K&N Series East para preparação de pilotos que pretendem ingressar nas 3 principais divisões da Nascar (Camping World Truck Series, Nationwide Series e Sprint Cup).

Fonte: World of Motorsport

Aqui outro vídeo da corrida em Infravermelho: Veja no YouTube.

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A Mamografia isolada foi capaz de reduzir somente 1/3 das mortes por tumores de mama.
Com o auxílio da termografia esta estatística pode ser muito melhor.

Parte I (inglês)

Parte II (inglês)

Clique aqui para ver o artigo na íntegra. Referência.

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Até mesmo a arte da capa foi feita com imagem em infravermelho.A Termografia já está por aí a muito tempo.

Hoje usada na área médica, antes nas guerras e também na música.

Este vídeo clipe é da canção Emotional Rescue que batiza o décimo quinto álbum de estúdio da banda The Rolling Stones, lançado a 23 de junho de 1980 e é todo em infravermelho

Veja os músicos Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood, Charlie Watts ‘pegando fogo’.

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Telescópio Planck detectou galáxias a 12 bilhões de anos-luz da Terra. Foto: AFP

Cientistas europeus anunciaram que o telescópio Planck detectou radiação de grupos de galáxias localizadas a 12 bilhões de anos-luz.

O telescópio da Agência Espacial Europeia foi lançado em 2009 e sua missão é encontrar evidências de como galáxias e estrelas foram formadas após o Big Bang, a grande explosão que teria dado origem ao universo.

Os grupos de galáxias detectados pelo Planck estariam entre os primeiros objetos a serem formados após o Big Bang. Ao invés de buscar por imagens de galáxias e estrelas, o telescópio varre o céu em busca de gás e poeira, matéria-prima do universo.

O Planck capta luz em comprimentos de onda infravermelha que estão muito além do alcance do olho humano.

Fonte: Princípios da Astronomia

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