Monthly Archives: maio 2017

A Chikungunia é uma doença infecciosa viral transmitida por mosquitos do gênero Aedes.

Causada por um  alfavirus, a  CHIKV foi originada na África, onde ocorre em ciclos ao longo  das décadas desde 1952 e que atualmente também ocorre em países do sudeste da Ásia  e India.  Em 2013, foram registrados inúmeros casos na Itália e França e, finalmente chegou ao Caribe e ao Brasil em 2014.

A infecção por CHIKV produz uma síndrome febril muito debilitante pois causa dores no corpo em 80% das pessoas. Estas dores podem persistir por meses ou anos.

Como são as dores da Chikungunia?

As dores desta virose são chamadas de musculoesqueléticas e reumáticas

A fase aguda da doença caracteriza-se por febre alta em 96% dos casos, prostação em 91%, poliartralgias (dores nas juntas do corpo) em 96%, dores musculares em 79%.  As pessoas que apresentam doenças reumáticas podem piorar apresentando mãos e pés inchados, fadiga grave em 37% (cansaço muito intenso) principalmente na primeira semana.  Além disto, a doença pode provocar náuseas, dor de cabeça, vômitos, dores oculares, suores intensos e regiões do corpo e sensações desagradáveis na pele chamadas de parestesias.

Infelizmente 5% dos doentes podem ter dores crônicas nas juntas, representando um impacto socioeconômico significativo.

O que fazer?

A presença de febre e dores nas juntas em áreas endêmicas de dengue ou malária pode levar a suspeita de CHIKV.  Uma vez que não há tratamento específico, o tratamento geralmente é de suporte com medicações para aliviar os sintomas.

E a dor crônica?

Pessoas mais sensíveis ou portadoras de outras doenças de origem reumatologica ou neurológica podem apresentar dores que se prolongam por mais de 3 meses, por isto devem se avaliadas por especialistas.  A termografia é um dos exames solicitados para auxiliar na identificação das áreas do corpo doloridas, tais como: articulações, músculos e comprometimento neurológico. O exame registra o que o nosso corpo emite de raios infravermelhos, que são traduzidos por um mapa de temperatura corporal regional, que é analisado pelo especialista. O tratamento efetuado pelo médico clinico seguirá de acordo com os achados na termografia e demais exames complementares (como as provas reumáticas) que se julguem necessários.

Chopra A, Anuradha V, Lagoo-Joshi V, kunujuv, Salvi S, Saluja M (2008). Chikungunya vírus aches and pains: An emerging challenge. Arthritis and Rheumatism, 58:2921-2922

Honorio NA, Camara DCP, Calvet GA, Brasil P. Chikungunya:an arbovirus infection in the processo f establishment and expansion in Brazil (2015) Cad Saude Publica, 31(5):1-3.

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O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
Site educativo do Dr. Marcos Brioschi, médico. Medicina diagnóstica, termografia médica para diagnóstico da dor, prevenção de lesões esportiva e no trabalho, atividade metabólica, risco cardiovascular, avaliação da mama

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A Cidade Maravilhosa sediou neste final de semana o primeiro evento de Termografia Médica do Rio de Janeiro com a presença dos professores mais ativos de Termografia do Brasil. O evento brindou os participantes com a oportunidade de assistirem as mais recentes novidades do método em diferentes frentes, e tudo a um preço muito acessível. Para promover a interação de diversas áreas da saúde e troca de conhecimentos o evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Termologia Médica (IBTM) com apoio da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) e da Associação Brasileira de Termologia (ABRATERM) permitiu inscrições por apenas 157 reais. Além de oficializar o Comitê de Termografia da SBED, este acontecimento trouxe os professores do IBTM que tem se destacado na Termografia brasileira.

O Prof Marcos Brioschi, presidente da ABRATERM e coordenador da especialização em Termologia e Termografia Médica da FMUSP, abriu o evento com o tema “Termografia em Dor”, apresentando o que é o Termologista e os fundamentos da imagem infravermelha. Desmistificou alguns mitos que ainda são propagados a respeito, como de que não e trata de “scan”, e apresentou o mais novo conceito da termografia médica. Salientou que terapias eficazes dependem de diagnósticos precisos e para isto a exploração termográfica deve trazer esclarecimento e confirmação diagnóstica, e não retardar, desviar ou desvirtuar. Este conhecimento só vem com formação adequada e experiência profissional, como em toda a área da medicina.

A Profª Bárbara Krohling Balestrero, formada em Termografia do Movimento pelo IBTM, mostrou sua experiência nos casos de atletas de MMA e natação, e o caminho para os que querem seguir na área de “Termografia do Movimento para Monitoramento de Tratamentos”.

O ortopedista Dr. João Paulo B. Leite mostrou como a termografia vem sendo utilizada em apoio à avaliação clínica e, juntamente com a ultrassonografia, na “Abordagem em Dor”. Ele apresentou sua experiência com a utilização combinada destes métodos na indicação e acompanhamento dos pacientes submetidos as mais modernas terapias regenerativas articulares e periarticulares.

Dois temas do encontro destacaram a termografia como meio objetivo para psicofisiologia. O psiquiatra Dr. Paulo Roberto Rosado apresentou estudo inédito sobre “Termografia na Avaliação da Depressão” por meio da monitorização da temperatura facial e ocular na sua prática clínica. Seus resultados mostram pela primeira vez uma relação térmica com estado emocional de pacientes em tratamento psiquiátrico no Brasil.

Corroborando nesta mesma linha, o Prof Marcio Alves Marçal apresentou também desfechos inéditos de seu estudo de “Estresse e Dor” analisando a temperatura facial e ocular e estado de ansiedade em alunos em dias de provas.

Instaurando o Comitê de Termografia, o Dr Paulo Renato Fonseca, diretor científico da SBED, anestesiologista e especialista em dor, manifestou a importância da sociedade de dor no apoio incondicional aos que estudam a dor e trabalham de forma séria e interdisciplinar. Salientou a importância dos estudos científicos nesta área e a participação dos profissionais de saúde em eventos científicos, como o que haverá este ano em Natal – 13º Congresso Brasileiro de Dor, que contará com o Pré-Congresso de Termografia no dia 12 de setembro 2017. Abrilhantou com o tema “Procedimento Minimamente Invasivo na Lombalgia”, mostrando uma série de exemplos com apoio diagnóstico da termografia no correto direcionamento destes procedimentos que se constituem no que há de mais moderno.

A representante do Comitê de Termografia do Rio de Janeiro, dermatologista Drª Claudia Maria de Sá Guimarães, apresentou o tema “Onicomicose Crônica e Termografia” no qual teve um desfecho muito interessante trazendo novos insights na avaliação dos membros inferiores, e mostrou um caminho inédito ainda pouco explorado pela dermatologia.

O ponto clímax do evento foi a palestra do ilustre Prof. Francisco MR Moraes Silva, fundador e patrono da Academia Nacional de Medicina Legal, que salientou os aspectos éticos e profissionais para realização da termografia, abordagem ética do médico durante a interconsulta e a importância do exame acompanhado por pessoa do mesmo sexo.

O professor é autor do termo “Termografia Preditiva Sistêmica de Corpo Total” hoje a base dos exames de termografia e especialmente os que têm fins de documentação pericial. Para quem quiser saber mais pode adquirir o livro onde o professor é um dos autores aqui!

Restou provado no evento a importância do treinamento adequado em termografia a fim de produzir uma informação segura para o paciente e que não prejudique seu tratamento. Quem quer atuar com termografia não pode ter somente um treinamento superficial, tem que procurar se certificar para aprofundar cada vez mais neste tema fascinante, porém complexo da Termologia.

Para os que querem participar do Comitê de Termografia do Rio de Janeiro podem entrar em contato com o IBTM ou em contato com membros da diretoria local:

Diretores do Comitê de Termografia do Rio de Janeiro-ABRATERM

  • Drª Claudia Maria de Sá Guimarães
  • Dr. Paulo Roberto Rosado
  • Drª Roberta Monjellos

Aos que quiserem fazer parte do Comitê de Termografia da SBED devem ser associados à SBED e solicitar sua inclusão pelo email para agnes.fornazieiro@dor.org.br (informar nome, telefone e endereço completo).

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Sim, com um exame chamado Termometria Cutânea, também conhecido por Termografia Infravermelha. Com este novo método de diagnóstico por imagem é possível avaliar se há atividade inflamatória lesiva em estruturas do corpo como: tendões, músculos, nervos e vasos sanguíneos muito antes das manifestações de dor.

“Filmamos o corpo inteiro com um equipamento de alta sensibilidade que nos permite verificar com precisão onde a estrutura corporal é mais exigida e geralmente a causa da dor, como nos casos de hérnias de disco e lesões do esporte”, explica o Dr. Marcos Brioschi, médico especializado neste exame que é realizado no Hospital 9 de Julho.

As indicações do exame são amplas e beneficiam desde pessoas com dor crônica ocasionada por doenças como Fibromialgia, Cefaléia, Dor Lombar, até aquelas com lesões por esforço repetitivo do trabalho ou por esporte.

Em caso de Pé Diabético, o método permite diagnóstico e acompanhamento das áreas de risco de desenvolvimento de úlceras, complicação relativamente comum nesses pacientes e que pode levar à infecções e amputações. “O diabético perde a sensibilidade dos pés com o progredir da doença, por isso, a termografia preditiva é fundamental para evitar que as úlceras apareçam”,
reforça o Dr. Brioschi.

Como funciona?

Uma câmera especial filma uma sequência de imagens infravermelhas e há uma escala térmica colorida que identifica aonde e quanto há de atividade inflamatória na região, incluindo casos de artrites e tendinites (imagem acima), além de problemas de circulação em qualquer parte do corpo.

É um teste complementar novo não invasivo também para estudo do risco de infarto do miocárdio e da doença vascular cerebral em pacientes com aterosclerose, diabetes ou hipertensão arterial.

O exame é rápido, sem contraste e sem contraindicação alguma, é realizado em aproximadamente 30 minutos entre preparo e filmagem. O paciente não deve estar suado e precisa vestir roupas confortáveis.

A Termometria pode ser utilizada tanto em atletas, quando verifica possíveis lesões ainda assintomáticas, auxiliando na prevenção e na orientação física correta, como em pessoas que já reportem dor crônica persistente, mas que não apresentam alterações que expliquem suas queixas em outros exames de imagem.

Como qualquer outro exame, não deve ser utilizado isoladamente em substituição ao exame clínico ou aos demais meios complementares de diagnóstico.

 

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Desde antes dos anos 60, a Ciência sabe que todo o corpo – até o humano – emitem calor na forma de raios infra-vermelhos. O ápice tecnológico da detecção deste fenômeno aconteceu nos anos 2000, durante a Guerra do Golfo, quando foram criados sensores que transformavam esses raios em imagens de alta resolução. Ou seja, qualquer corpo quente não passava desapercebido pela máquina. Depois que o conceito foi repassado para a Medicina, passou a ser possível fazer triagens em multidões em um aeroporto, por exemplo, para saber quem está com febre. A Ásia adotou o aparelho nos tempos de controle da gripe aviária.

Segundo Marcos Brioschi, médico da Cruz Vermelha do Paraná e do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, e especialista em diagnóstico por imagem e Termometria Infravermelha, o equipamento “lê” a temperatura e detecta facilmente quadros febris, inflamatórios e infecciosos ocultos em fase inicial, bem como a redução da temperatura, nos casos de lesão nos nervos e má circulação. “Cerca de 80% das dores crônicas não têm causa anatômica, ou seja, não aparecem em exames estruturais, como tomografia, ressonância e ultrassom. São problemas funcionais. Em sua maioria, os exames resultam em negativo e a pessoa continua com dor, que é incapacitante. Às vezes o paciente é aposentado precocemente sem necessidade, por causa de uma lesão tratável que não foi diagnosticada corretamente, como em LER e Dort”, explica.

As referências de padrões saudáveis ajudam a detectar possíveis doenças, assim como a manutenção do mesmo padrão de cor e forma dos dois lados do corpo – que precisam estar simétricos. Se estão diferentes é preciso investigar a causa da doença. Glândulas mais superficiais como mamas e tireoide também podem ser examinadas. “Se o exame aponta irregularidades, não é possível afirmar que há um tumor, mas é preciso investigar. O fato é que, segundo estudos, a termografia é capaz de detectar alterações 10 anos antes de serem registradas numa mamografia, por exemplo”, diz. Atualmente, o aparelho está presente em diversas capitais, já é coberto pelos planos de saúde e está disponível também na rede pública de saúde.

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Nenhum exame esgota todas as possibilidades médicas diagnósticas, se assim fosse bastaria um único exame.

Todo exame médico tem uma margem de probabilidade diagnóstica na dependência individual e da fase evolutiva da doença do paciente. Ademais estão vinculados à interpretação do médico para que se possa tomar um tratamento inicial e ver sua resposta.

A Medicina é complicada e as doenças e corpo diferem.

Qual o grau de confiança que sentimos ao observar um pedaço de papel?

Exames modernos nos quais depositamos nossa confiança também não são perfeitos.

Consideremos a radiografia. Um dos achados mais básicos que procuramos numa radiografia de tórax é o tamanho do coração – está normal ou aumentado?

Trata-se de uma pergunta bem direta, e uma radiografia de tórax deveria ser capaz de responder a ela com bastante precisão. Isso posto, se a mesma radiografia for analisada por mais de um radiologista, o grau de concordância deles segundo a estatística é de 48%. Esse cálculo leva em consideração o fato de que, às vezes duas pessoas irão obter resultados semelhantes por puro acaso e outras vezes graus de concordância reais.

Em outras palavras, depois de levarmos em consideração as concordâncias atribuíveis ao acaso, existe uma boa chance de que dois radiologistas discordem ao menos algumas vezes.

A mesma discordância ocorre em outras áreas da radiologia – os problemas com a mamografia são os mais bem-descritos. Calculou-se que a estatística de concordância desse exame é de 47 (chamado valor kappa). Ao analisar mamografias, os especialistas nesse exame concordam uns com os outros cerca de 78% das vezes. E para indicar biópsia não há concordância em 14% das vezes.

A Termografia Médica é um exame que tem ganhado cada vez mais espaço junto com a avaliação clínica e ultrassonografia para auxiliar na decisão clínica nestes casos. Enquanto a mamografia avalia a densidade, a Termografia Médica analisa a atividade metabólica e aumento de novos vasos sanguíneos no tecido mamário. A repetição de uma exploração de mamas com Termografia Médica pode mostrar a evolução de uma condição não benigna ainda indeterminada ou duvidosa na mamografia. Por se tratar de um exame inócuo, sem contraste, sem radiação, sem dor ou contato, pode auxiliar a descartar ou confirmar situações encontradas em outros exames e na avaliação física.

Isto é, apoiar um exame clínico racional e ajudar ao médico fazer a escolha certa. Pois, nenhum exame é 100%. Mesmo com biópsia não há 100% de certeza diagnóstica.

  • Se um exame sugerir a presença de um diagnóstico específico, ele se concretizará? Nem sempre. Estudos têm mostrado que pacientes mesmo com diagnóstico de câncer de próstata, tireóide e até mesmo de mama não chegam a morrer desta doença e sim de outras. Segundo Dr Welch ainda faltam métodos diagnósticos que possam avaliar melhor a agressividade destes tumores detectados muito precocemente antes de tomar medidas terapêuticas agressivas como cirurgia, radio ou quimioterapia em situações que talvez o paciente nunca viesse a morrer por causa daquele tumor, e sim por outros problemas de saúde como doença cardiovascular, trauma, pulmonar ou até mesmo outro câncer.
  • Se o exame sugerir que o paciente não tem a doença, podemos descartá-la? Não podemos. O fato de um exame resultar negativo não significa que a doença não existe. E sim de que a mesma pode não ser detectável por aquele método.

A conclusão prematura é a causa mais comum de falta médica diagnóstica, pois a partir do momento que se define uma única possibilidade inicial o raciocínio clínico cessa. Importante sempre revisar todas as informações, possibilidades e detalhes.

Há mais de 30 anos que vem se estudando a tecnologia do infravermelho. A Termografia Médica sempre foi subestimada com o avanço dos estudos de mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética, mas hoje tem seu espaço por se tratar do único exame funcional da mama. Isto é, enquanto os outros analisam alterações anatômicas já estabelecidas a Termografia Médica infravermelha ultra-sensível estuda as alterações metabólicas e vasculares que surgem muito antes do tumor se instalar. Estudos têm se concentrado na angiogênese e no comportamento metabólico destes tumores e a Termografia Médica é o meio já utilizado na investigação de novas drogas antineoplásicas e quimiopreventivas.

A Termografia Médica é solicitada para dar apoio ao esclarecimento e confirmação diagnóstica:

  • Gerir e acompanhar paciente corretamente
  • Planejamento
  • Evolução
  • Avaliação geral
  • Intervenções

 

Referências

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