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Dores difusas pelo corpo? Cansaço? Insônia? Dor de cabeça? Dor abdominal? Intolerância ao frio? De causa ainda desconhecida, a fibromialgia é a terceira doença mais comum de diagnóstico da reumatologia depois da artrite reumatóide e artrose.

Mais comum em mulheres entre 29 a 37 anos, a fibromialgia é uma síndrome com grande sobreposição de sintomas, distúrbios neurovegetativos e imunoneuroendócrinos comumente associada com inflamação.

Quando corretamente diagnosticada a fibromialgia apresenta tratamentos farmacológicos (antidepressivos, analgésicos, anticonvulsivantes, opióides fracos) e não farmacológicos (exercício aeróbico moderado, terapia cognitiva, alongamento e fortalecimento muscular de membros superiores, acupuntura, hidroterapia, hipnoterapia, educação ao paciente). Exercício moderado pode auxiliar a reduzir a dor.

Porém diversas doenças podem estar associadas à fibromialgia ou até mesmo camuflando o quadro clínico, como hipotireoidismo, lupus, artrite reumatóide, espondiloartrite, síndrome de Sjogren, doença de Lyme, espondilite anquilosante, polimiosite, polimialgia reumática, osteomálácia, osteoporose, doença vertebral degenerativa, síndrome de dor miofascial, hipertireoidismo, síndrome paraneoplásica, miopatia metabólica, mestástases, meoloma múltiplo, polineuropatias, doença de Parkinson, sarcoidose, infecções virais, psicoses, depressão e muitas outras.

Não se trata de uma doença psiquiátrica. As dores são reais. Estudos por imagem comprovam a existência da doença, como a Ressonância Magnética Funcional e a Termografia Médica. Estes métodos documentam aspectos da doença relacionadas à dor e o sistema nervoso. A termografia documenta as alterações neurovegetativas relacionadas a perda de calor. Isto é, devido ao distúrbio do sistema neurovegetativo (conhecido como autônomo), não há um controle adequado da termorregulação na fibromialgia o que gera imagens como estas, diferente das pessoas sem a doença:

A captação da imagem termográfica é um procedimento indolor e não invasivo. Consiste em imagens térmicas capturadas por um aparelho especial que mapeia o corpo inteiro do paciente.

A termografia tem valor legal como exame complementar no diagnóstico clínico da fibromialgia quando realizada por profissional devidamente habilitado e em centro de referência. Seu diagnóstico definitivo deve ser corroborado pela correta avaliação clínica que pode ou não, conforme a indicação médica, utilizar a termografia para averiguar a dor miofascial associada à fibromialgia ou seu diagnóstico diferencial com outras doenças, uma vez de que se trata de exame para este fim.

Consulte seu reumatologista e lembre-se, a reabilitação do paciente com fibromialgia depende tanto da abordagem interdisciplinar quanto do apoio da família, amigos e colegas de trabalho.

 

AVISO IMPORTANTE:
O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
Site educativo do Dr. Marcos Brioschi, médico. Medicina diagnóstica, termografia médica para diagnóstico da dor, prevenção de lesões esportiva e no trabalho, atividade metabólica, risco cardiovascular, avaliação da mama

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Um método ainda pouco utilizado por médicos brasileiros para o diagnóstico precoce do câncer de mama tem se mostrado seguro e eficaz.
É a termografia, que usa o infravermelho para detectar o problema no seu estado inicial, antes mesmo do tumor aparecer.

Segundo o médico Marcos Brioschi, presidente da Associação Brasileira de Termografia (ABRATERM), o infravermelho identifica alterações metabólicas que podem disparar um sinal de alerta: “o desenvolvimento de um tumor aumenta a vascularização na mama e consequentemente a temperatura nesta região, assim a termografia aponta qualquer alteração metabólica suspeita. É um método totalmente seguro, sem radiação e confortável, que não encosta na pessoa, e mostra na fisiologia o que está anormal.”, afirmou em entrevista ao Paraná Portal.

Ele conversou com Jordana Martinez:

Mulheres de qualquer idade podem fazer a termografia, especialmente as mais jovens, já que a mamografia é menos eficaz devido a alta densidade das mamas nesta fase. Desta forma é possível evitar exposição exagerada à radiação da mamografia. Mas, de acordo com o médico, a termografia “não deve ser feita de forma isolada ou substituta aos outros exames e sim, sempre combinada com acompanhamento médico e exames, como a ultrassonografia”, explicou.

Segundo o especialista, apesar de ser um exame médico reconhecido pela Associação Médica Brasileira, ainda não faz parte do “protocolo tradicional”: “o exame ainda não tem cobertura pelo SUS ou pelos planos de saúde por falta de número suficiente de unidades preparadas para atender a população”, explicou.

Mortalidade e diagnóstico precoceinfraredmed-exame-mamografia-infravermelho

O Instituto Nacional do Câncer estima que surgiram cerca de 57.960 novos casos de câncer neste ano de 2016.
O câncer de mama é um dos mais comuns entre as mulheres no mundo e no Brasil. Acima dos 35 anos de idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.
Existem vários tipos de câncer de mama. Os que acometem mulheres jovens geralmente evoluem de forma mais rápida e exigem mais atenção, outros em idade mais avançada, não evoluem tão rapidamente e em geral tem bom prognóstico. Porém, cerca de 15% deles ocorrem abaixo dos 50 anos. Mas ambos demandam diagnóstico precoce, pois se tratado nas fases iniciais é possível índice de cura maior que 95%.

 

Fatores de risco

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados, como idade acima de 50 anos, idade da primeira menstruação menor que 12 anos, menopausa após 55 anos, primeira gravidez após 30 anos, não ter filhos, uso de hormônios contraceptivos ou para reposição pós-menopausa, ingestão de bebida alcoólica, sobrepeso, exposição à radiação ionizante (radioterapia, mamografia, tomografia), tabagismo, mutações BRCA1 e BRCA2, histórico de câncer de mama ou ovário em familiar próximo.
Pesquisas mostram que a imagem térmica persistente e anormal está relacionada a um risco 10 vezes maior que a história familiar e a um risco de 35% de desenvolver tumor em cerca de 10 anos.

Prevenção

O especialista ainda enumera alguns cuidados básicos que melhoram a saúde e também reduzem o risco de desenvolver o tumor:

  • Mantenha peso saudável
  • Adicione exercício em sua rotina
  • Limite a ingestão de álcool, não fume
  • Limite o uso de hormônios pós-menopausa
  • Amamente, se você puder

 

Fonte: http://paranaportal.uol.com.br/geral/termografia-e-alternativa-para-diagnostico-precoce-do-cancer-de-mama/

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